sábado, 26 de julho de 2008
Cada opinião uma sentença
Mas olha só...
Aceitação é infantil
Os julgamentos de valores não são feitos faz um tempo. Aprendi a me criticar e isso fez-me ter dificuldades com as críticas de quem está de fora.
Os novos são difíceis porque desconhecem a história. tenho preguiça de conhecer novos por causa disso, o processo é chato, explicar porque somos quem somos, como nos tornamos mais ou menos críticos, de que forma montamos nosso repertório e em quais caminhos aprendemos a andar. As máscaras muito brilhantes cegam. As apagadas somem na massa. Os sentidos desaparecem quando somos por julgar, julgados. Quem com ferro fere, como ferro será ferido. é por aí.
somos tão jovens e tão intolerantes. Sabemos da vida um nada, mas sabemos um tanto. Vivemos tantas emoções, das improváveis às óbvias. Vivemos de análise, a auto, a médica, a trabalhista, a familiar, a de sites de relacionamento, a dos amigos. Mas somos tão jovens!!
terça-feira, 24 de junho de 2008
Passeio pelo passado
o endereço é duvidasedescobertas.blogspot.com, visitem, lá tem umas coisinhas legais, é só procurar.
Poesia sem título
Risada comparada
Minha imaginação quebrada,
acostumei-me com desvios
Vias de fatos
Veias de navegação
Vôos que não lembram do chão
Vosso coração
Braços abertos
Mãos dadas
Abraço rodado
Amor descarado
comparado
roubado.
Encontre-me entre luzes
entre um passageiro e outro
Nos casos reais
Nas flores ideais
Ah, o mundo das idéias!!
Mais perto, deserto...
De certo encantaremos e encontraremo-nos.
terça-feira, 20 de maio de 2008
Hoje!
Para alguns onde estamos é morada, para mim é vestíbulo.
Procuro respeitar a casa, mas não sou visita,
pago aluguel.
Me assusta
(um pouquinho só)
essa necessidade de nos fazerem invisíveis.
Sinto-me em ascensão,
falo ascensão espiritual,
porque o progresso não bate na porta,
esse
invade!
Sou feita de aço
O que quiser, eu faço
Não tenho medo de deixar de ser
Minha estrela está sendo feita
Eu
Já sei brilhar
Sou o melhor de mim
E ponho o que sou em tudo que faço.
Sou filha de Deus,
Por isso
Não quero o que for seu.
segunda-feira, 5 de maio de 2008
Pássaro vermelho sangue
Os guarás no verde das folhas de uma árvore, não se sabe se são flores, se são pássaros.
São tão belos com sua cor de sangue, e voando...
O Pará não para de me surpreender, gosto dessa capital com bosques dentro da cidade já feita quase toda de pedra e asfalto, desse clima de chuva.
O Pará Marajoara é um pedacinho do paraíso. É Pará is(s)o!
Nossa gente e sua cor, nossos pássaros e suas cores, nossas comidas e seus sabores.
O Brasil é uma delícia!!
quinta-feira, 1 de maio de 2008
terça-feira, 22 de abril de 2008
Cerveja, queijo e arte...
Não procurem o que há de pior, já o fiz. Dêem missões e exijam o melhor.
No ser ou não ser, escolhi ser. Mas seja eu quem for [se flor, se temor], sou sobre humanamente inesgotável.
Falo aqui sobre beber sem ter sede, amar em todas as estações (que certa vez li ser a diferença do homem para o bicho).
É que a teoria é a própria prática, só que a prática é do ser para o mundo, a teoria o inverso. Acostumamo-nos a impor [ou seria expor?], o mundo recebe tudo. Já os seres não, esses querem filtrar. O caso é que funcionando como filtro, o humano deixa a sujeira fixar, convive e alimenta-a.
Acontece que se falo para 10 pessoas, falo 10 línguas.
Cerveja, queijo e arte. Cabeças pensantes, personalidades que não cabem em seus corpos. Espíritos semi livres de carne, de ideologias {prisioneiros da ausência de sabe deus qual ideal}.
Eu
Tu
Eles
Nós
Porta VOZes
Dos sentimentos desconexos que saem da GENTE
e levanto a mão e digo:
É arte!
terça-feira, 15 de abril de 2008
O bucolismo da transamazônica
O mercedes da transbrasiliana chacoalha, são muitas poltronas, duas para cada pessoa, homens e mulheres viajam em silêncio. Dois brasileirinhos olham atentos a paisagem lá fora, um veste verde, outro amarelo. Também olho para fora e vejo o retrato que mais chama atenção: minhas duas janelas, o verde, os bois, a casa de madeira, passamos por ela e agora só o céu, pano de fundo.
O dia chega ao fim, no horizonte raios solares cor magenta por trás de nuvens carregadas (não é bom sinal [nuvens carregadas]).
Um homem vestido no uniforme azul da seleção sai de uma estrada de terra, meu campo visual não permite ver para onde a estrada leva. O homem pisa na rodovia tranzamazônica, não dá a mínima para o ônibus que passa...
Vindo com destino oposto, caminhões de bois, "pickaps".
Percebo que não vi flores no caminho. E como mágica, uma árvore inteira florida, são brancas com o diâmetro de um pulso de mulher, pétalas alongadas. Vejo agora umas vermelhas no centro com pétalas na vertical alaranjadas nos olhos. Uma elegante casa de alvenaria com roseiras no jardim da frente. Chegamos a um município, não vejo muitas ruas. Mas casas, isso sim. E asfalto! que alegria, asfalto!
Toca música sertaneja no bar próximo ao terminal rodoviário, é bom ouvir algo diferente do chacoalhar das malas, dos bancos, da lataria, do motor e dos meus próprios órgãos.
Paramos agora no terminal rodoviário do Novo Repartimento, paguei cincoenta centavos e usei um banheiro cuja porta não tinha tranca e o cobrador do banheiro parado feito um dois de paus na anteporta... (situação!).
Sobre esta cidadezinha, acho que ela possui um belo meio fio com coqueiros, quiosques e florezinhas vermelhas na, provavelmente, única estrada asfaltada do lugar e casas de madeira cujas alicerces são estacas de madeira, acho que alaga por aqui!
Durmi,
acordei...
O dia já é amanhecido, a paisagem mudou, à beira da estrada a mata é do tipo bosque, árvores altas, chão limpo, há uma casa a cada vinte metros e elas não possuem cerca, ficam ali, a beira da estrada e a frente de um imenso bosque.
O céu é de um azul cromado, passo por um campo desmatado e percebo a neblina baixa e espessa sobre a grama entre as poucas árvores.
No ônibus novos rostos, uns foram em transportes mais velozes, outros ficaram no meio do caminho, mas a quantidade de pessoas é a mesma. Todos foram substituidos, estamos em silêncio, mas vira e mexe ele é imterrompido pela noção de tempo, estamos próximos ao nosso destino, as pessoas querem saber horário, localização.
Floresta, da bonita. Daqui um pouco chegamos em Belém, será que tá tudo bem?
sexta-feira, 11 de abril de 2008
Daqui para frente tudo vai ser diferente
Agora são as histórias dos artistas, as piadas dos colegas, a voz e a música.
É o cansaço no final do dia, o dinamismo no decorrer dele.
quinta-feira, 3 de abril de 2008
quarta-feira, 2 de abril de 2008
A felicidade e a infelicidade
a tempos não via e sentia a beleza da vida, a leveza do cotidiano.
Sou tão cheia de histórias malucas que o passado me atraiu a mais, só que me conheço como poucas pessoas conhecem a si mesmas.
Brindava sempre "A nós, porque como nós são são poucos", depois descobri que "a nós, porque como nós só nós" é mais cabível. Ando pelos caminhos que a vida me coloca, escolho, recolho-me. acredito muito no futuro, acredito muito em Deus, quero viver e quero não me fazer mal, porque não preciso de mim mesma como inimiga, sou forte demais, ninguém me merece como inimiga... mas também destesto inimizades, sou como todos, gosto de ser gostada, agora já sei que não adianta, nem todo mundo vai gostar da gente, as pessoas são diferentes, cada uma com sua viagem, cada uma com um aspécto, uma ideologia, o que é pior, a maioria sem objetivos, rodando atoa na vida, sentindo pena de si e fazendo qualquer coisa para ser feliz no agora, ora ora, felicidade ou é nata ou é construída solidamente. acho que é aquilo que se come, sim! felicidades são as necessidades fisiológicas, é estar vivo e viver. infelicidade é destruir a vida, a nossa, a dos outros. tudo que vai contra a vida causa infelicidade, tudo que vai a favor dela causa felicidade.
sábado, 22 de março de 2008
essa nossa velhice precoce
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
"O único aspécto permanente é a mudança"
Amo, amo, amo muito viver.
"Amo muito tudo isso". "Adoro muito tudo isso".
É lindo, viver é lindo.
Vida maravilhosa, força louca, verdade, verdade, verdade...
"Viver e não ter a vergonha de ser feliz, cantar e cantar e cantar a beleza de ser um eterno aprendiz"
"Eu vejo isso por cima de um muro de hipocrisias (...) quero crêr no amor numa boa e que isso valha para qualquer pessoa que realizar a força que têm uma paixão, hoje o tempo vôa amor, escorre pelas mãos, mesmo sem se sentir que não há tempo que volte amor, vamos viver tudo que há para viver, vamos nos permitir(...).
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
Novo Tempo
Muito a agradecer, forças a repassar. Em minhas veias corre agora uma vontade antes inexistente que exige do meu corpo mais vivacidade, perspicácia e vontade de acontecer na realidade do mundo.
A realidade me chama e respondo cada vez mais depressa, resolvo, elimino problemas com uma facilidade gigantesca. Cada vez mais forte, cada dia menos instável, com os horizontes mais iluminados pelo sol.
Bases mais firmes, coração menos impulsivo, cérebro menos ativo. Funções orgânicas normais.
*Letra de " a euterpia
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
posso ouvir o barulho das águas da bahia e o riso dos amigos
sentir a barriga doer numa gargalhada e a força que tem quem tem a verdade nos olhos. Sentir-me em completa e absoluta evolução, dominada pela razão da emoção. Pura por todos os lados.
Linda estadia...
Surda aos apelos do mau.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
Janeiro de 2008. 2008, o ano!
Escrevi à mão, muitas linhas de por onde corre minha imaginação, umas palavras vãs, outras sobre febres, guerras, tristezas, alegrias, sim escrevi sobre paixão, sobre multidão, solidão, disse sobre a família, a escola, as conversas cíclicas. Li Gabriel, o Garcia; dirigi Gabriel, o anjo, vi nascer Miguel, a criança.
Andei de bike por caminhos desconhecidos, vi o sol se pôr na água, na floresta, de trás das casas. Passei a mão nos muros e senti como tudo é tão físico, grotesco e real. Ouvi as vozes, os passos, as malsicas (música ruim), falei bem, critiquei bem pouco.
Hoje, faço.
Aço. hoje.
sou de aço.
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
A comunicação...
Como?
ação?
única não.
Mas sim, sempre comunicação como ação presente. principal. primordial.
Andei muito na chuva [quem vai pra casa não se molha] pensando em comunicar as ações de quem eu via passar. Edspanto, pena, medo... sentimentos multi, multiplicados e multilaterais. recebi todos eles, filtrei os que detectei precisamente a vertente da força desnecessária.
não olhei tanto para os lados e me vi por dentro. vida estranha dentro de nós. subdvisões. sistemas, órgãos complexos, vida vermelho musgo. movimentos repetitivos, batidas. tecidos, células... e dentro delas determinações do infinito. quimica e eletro. e fazendo tudo funcionar o fluxo, o sopro, a verdade, a vida, o milagre.
outro dia escrevo mais.
terça-feira, 1 de janeiro de 2008
avaliação final
posso olhar para trás e enxergar os pontos positivos e, isso, de tudo, é o mais positivo.
OLHAR E VER O QUE HÁ DE BOM.