delírios linguistico-terapêuticos
Enquanto falo e não te ouço, caminho pra liberdade deste frio que é pensar:
“Miss Nips,
Sua profundidade de pensamentos te vale mais que teu corpo atrai, isso
talvez te faça senhorita. És tão acostumada aos apelos do corpo e as
irresistências da pele que dói dela não querer proveito.
Quando me dás as melhores cartas do jogo ou mesmo quando sou tua única
opção são tuas linhas e palavras que me prendem. Se tem curvas e
doçura, é só o brinde da boa sorte que tenho.
E, como se não a beleza provocasse o ladrão mais que o ouro, te guio
pelos caminhos em que te quero trilhando.”
Escrevo a quem nunca fui, para também a vida transformar em história
suja pelas palavras. Sentimento codificado em letras na interface,
também minhas sensações são binárias, como tua arte.
"se algum dia fiz algo de bom, me arrependo do fundo do meu coração"
(shakespeare).
sábado, 21 de agosto de 2010
terça-feira, 17 de agosto de 2010
publico alvo dos votos
ouvi um pedacinho do horário político obrigatório, tem um candidato que sua proposta é defender a fauna silvestre e os criadores de passarinho, outra que diz que fez muitos bingos e sorteios, uma pelos interesses dos militares... isso vai ficar a cada dia mais engraçado!
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
e eu falo do que aprendi
Karine diz:
não funciona, o campo também é entediante
Karine diz:
mas não, nunca estamos fazendo a coisa errada
Karine diz:
estamos no lugar certo
Karine diz:
somos nós os errados
Karine diz:
precisamos de correção e adaptação, parar de complicar a vida
Karine diz:
ela não é lá uma aventura pra lá de emocionante
Karine diz:
mas é o que temos de melhor
Karine diz:
agir no mundo requer paciencia, requer o desejo de tempos bons
Karine diz:
os tempos bons existem
Karine diz:
é por eles que vivemos na maior parte de tempo mais ou menos e em outra parte do tempo mal
Karine diz:
agora não rola colaborar pro mal tempo persistir
Karine diz:
rola colaborar consigo, pra quando os bons tempo chegarem vc estar bem para aproveitá-los
não funciona, o campo também é entediante
Karine diz:
mas não, nunca estamos fazendo a coisa errada
Karine diz:
estamos no lugar certo
Karine diz:
somos nós os errados
Karine diz:
precisamos de correção e adaptação, parar de complicar a vida
Karine diz:
ela não é lá uma aventura pra lá de emocionante
Karine diz:
mas é o que temos de melhor
Karine diz:
agir no mundo requer paciencia, requer o desejo de tempos bons
Karine diz:
os tempos bons existem
Karine diz:
é por eles que vivemos na maior parte de tempo mais ou menos e em outra parte do tempo mal
Karine diz:
agora não rola colaborar pro mal tempo persistir
Karine diz:
rola colaborar consigo, pra quando os bons tempo chegarem vc estar bem para aproveitá-los
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Cabível, muito cabível
O MEDO CAUSADO PELA INTELIGÊNCIA
Por: Marcelo Albert de Souza
Quando Winston Churchill, ainda jovem, acabou de pronunciar seu discurso de estréia na Câmara dos Comuns, foi perguntar a um velho parlamentar, amigo de seu pai, o que tinha achado do seu primeiro desempenho naquela assembléia de vedetes políticas. O velho pôs a mão no ombro de Churchill e disse, em tom paternal: "Meu jovem, você cometeu um grande erro. Foi muito brilhante neste seu primeiro discurso na Casa. Isso é imperdoável. Devia ter começado um pouco mais na sombra. Devia ter gaguejado um pouco. Com a inteligência que demonstrou hoje, deve ter conquistado, no mínimo, uns trinta inimigos. O talento assusta."
E ali estava uma das melhores lições de abismo que um velho sábio pode dar ao pupilo que se inicia numa carreira difícil. A maior parte das pessoas encasteladas em posições políticas é medíocre e tem um indisfarçável medo da inteligência. Isso na Inglaterra. Imaginem aqui no Brasil. Não é demais lembrar a famosa trova de António Alexo, poeta português:
Há tantos burros mandando
Em homens de inteligência
Que às vezes fico pensando
Que a burrice é uma Ciência
Temos de admitir que, de um modo geral, os medíocres são mais obstinados na conquista de posições. Sabem ocupar os espaços vazios deixados pelos talentosos displicentes que não revelam o apetite do poder. Mas é preciso considerar que esses medíocres ladinos, oportunistas e ambiciosos, têm o hábito de salvaguardar suas posições conquistadas com verdadeiras muralhas de granito por onde talentosos não conseguem passar. Em todas as áreas encontramos dessas fortalezas estabelecidas, as panelinhas do arrivismo, inexpugnáveis às legiões dos lúcidos.
Dentro desse raciocínio, que poderia ser uma extensão do Elogio da Loucura de Erasmo de Roterdan, somos forçados a admitir que uma pessoa precisa fingir de burra se quiser vencer na vida. É pecado fazer sombra a alguém até numa conversa social. Assim como um grupo de senhoras burguesas bem casadas boicota automaticamente a entrada de uma jovem mulher bonita no seu círculo de convivência, por medo de perder seus maridos, também os encastelados medíocres se fecham como ostras à simples aparição de um talentoso jovem que os possa ameaçar.
Eles conhecem bem suas limitações, sabem como lhes custa desempenhar tarefas que os mais dotados realizam com uma perna nas costas, enfim, na medida em que admiram a facilidade com que os mais lúcidos resolvem problemas, os medíocres os repudiam para se defender. É um paradoxo angustiante.
Infelizmente temos de viver segundo essas regras absurdas que transformam a inteligência numa espécie de desvantagem perante a vida.
Como é sábio o velho conselho de Nelson Rodrigues: finge-te de idiota e terás o céu e a terra.
O problema é que os inteligentes gostam de brilhar. Que Deus os proteja.
Outro problema é que nem sempre o Poder é fruto da inteligência e o Mundo vai de Mal a Pior. Que Deus nos proteja.
por José Alberto Gueiros em 28 de setembro de 2005
Publicado pelo Jornal da Bahia em 23/09/1979
tirei de lá: http://www.capao.com.br/abre_artigo.asp?id_artigo=457
Por: Marcelo Albert de Souza
Quando Winston Churchill, ainda jovem, acabou de pronunciar seu discurso de estréia na Câmara dos Comuns, foi perguntar a um velho parlamentar, amigo de seu pai, o que tinha achado do seu primeiro desempenho naquela assembléia de vedetes políticas. O velho pôs a mão no ombro de Churchill e disse, em tom paternal: "Meu jovem, você cometeu um grande erro. Foi muito brilhante neste seu primeiro discurso na Casa. Isso é imperdoável. Devia ter começado um pouco mais na sombra. Devia ter gaguejado um pouco. Com a inteligência que demonstrou hoje, deve ter conquistado, no mínimo, uns trinta inimigos. O talento assusta."
E ali estava uma das melhores lições de abismo que um velho sábio pode dar ao pupilo que se inicia numa carreira difícil. A maior parte das pessoas encasteladas em posições políticas é medíocre e tem um indisfarçável medo da inteligência. Isso na Inglaterra. Imaginem aqui no Brasil. Não é demais lembrar a famosa trova de António Alexo, poeta português:
Há tantos burros mandando
Em homens de inteligência
Que às vezes fico pensando
Que a burrice é uma Ciência
Temos de admitir que, de um modo geral, os medíocres são mais obstinados na conquista de posições. Sabem ocupar os espaços vazios deixados pelos talentosos displicentes que não revelam o apetite do poder. Mas é preciso considerar que esses medíocres ladinos, oportunistas e ambiciosos, têm o hábito de salvaguardar suas posições conquistadas com verdadeiras muralhas de granito por onde talentosos não conseguem passar. Em todas as áreas encontramos dessas fortalezas estabelecidas, as panelinhas do arrivismo, inexpugnáveis às legiões dos lúcidos.
Dentro desse raciocínio, que poderia ser uma extensão do Elogio da Loucura de Erasmo de Roterdan, somos forçados a admitir que uma pessoa precisa fingir de burra se quiser vencer na vida. É pecado fazer sombra a alguém até numa conversa social. Assim como um grupo de senhoras burguesas bem casadas boicota automaticamente a entrada de uma jovem mulher bonita no seu círculo de convivência, por medo de perder seus maridos, também os encastelados medíocres se fecham como ostras à simples aparição de um talentoso jovem que os possa ameaçar.
Eles conhecem bem suas limitações, sabem como lhes custa desempenhar tarefas que os mais dotados realizam com uma perna nas costas, enfim, na medida em que admiram a facilidade com que os mais lúcidos resolvem problemas, os medíocres os repudiam para se defender. É um paradoxo angustiante.
Infelizmente temos de viver segundo essas regras absurdas que transformam a inteligência numa espécie de desvantagem perante a vida.
Como é sábio o velho conselho de Nelson Rodrigues: finge-te de idiota e terás o céu e a terra.
O problema é que os inteligentes gostam de brilhar. Que Deus os proteja.
Outro problema é que nem sempre o Poder é fruto da inteligência e o Mundo vai de Mal a Pior. Que Deus nos proteja.
por José Alberto Gueiros em 28 de setembro de 2005
Publicado pelo Jornal da Bahia em 23/09/1979
tirei de lá: http://www.capao.com.br/abre_artigo.asp?id_artigo=457
sexta-feira, 9 de julho de 2010
inédito

Achei-os inteligentes, talvez não interessantes, divertidos e muito apreciáveis, mas inteligentes. não sei se leves ou um pouco pesados, mas juízes. senti-me julgada, senti-me absolvida pelo crime de talvez não conhecer, não ter lido ou assistido. também não falamos sobre isso, apenas sobre a vida prática, os caminhos, as possibilidades. essas interações são meio feitas para isso mesmo...
um tanto quanto feita do choque entre pedra e água, assim fui moldada e minha forma de receber o novo é condicinada ao repertório, não tanto, graças a racionalização.
quinta-feira, 8 de julho de 2010
escrever para ser lida
"vi a gente"
por onde andar? para onde ir? por que ficar?
tenho a síndrome das pernas inquietas, como na frente do computador e geralmente durmo cedo, é cedo agora. a televisão repete seus velhos dramas em seus novos fatos. só as pessoas não repetem, quando repetem são como sonhos, fáceis de serem esquecidas. será que quem me lê me entende?
as vezes temos o que dizer, as vezes ficamos sem palavras, as vezes nada, as vezes sempre, as vezes tudo. multiplicação é a operação da vida. da ida? não, da vida. ir é rir, ficar é ficar, namorar n-amor-a. ñ-amor-há. ñ-romA-a. o amor fixa nossos olhos na palavra, ave!
aff!
nooooooossa!
gloss e maquiagem em geral:
síndrome "sindRoma"
viagem "viagjante"
boa noite
por onde andar? para onde ir? por que ficar?
tenho a síndrome das pernas inquietas, como na frente do computador e geralmente durmo cedo, é cedo agora. a televisão repete seus velhos dramas em seus novos fatos. só as pessoas não repetem, quando repetem são como sonhos, fáceis de serem esquecidas. será que quem me lê me entende?
as vezes temos o que dizer, as vezes ficamos sem palavras, as vezes nada, as vezes sempre, as vezes tudo. multiplicação é a operação da vida. da ida? não, da vida. ir é rir, ficar é ficar, namorar n-amor-a. ñ-amor-há. ñ-romA-a. o amor fixa nossos olhos na palavra, ave!
aff!
nooooooossa!
gloss e maquiagem em geral:
síndrome "sindRoma"
viagem "viagjante"
boa noite
domingo, 4 de julho de 2010
sexta-feira, 25 de junho de 2010
unidade do tempo infinito que não existe

Incrível como existem pessoas parecidas espalhadas por aí. caraca, não é muito difícil fazer tranferências do afeto que já se sente por uma espiritualidade específica quando essa espiritualidade faz parte de uma tribo. um luxo o mundo ser lotado! e um luxo também a velocidade da evolução. tava entendendo o futuro que faz o passado, sem ser destino. unidade do tempo infinito que não existe. eu me esqueço que sou finita, acho que por não saber disso.
terça-feira, 22 de junho de 2010
conversando com a voice do Brasil

Não sou muito dada as notícias de jornais, acho tudo um tanto trágico demais, me entristeço, portanto evito.
Hoje quis minha casa mais cedo e fiz o trajeto diário ouvindo rádio, ou_vindo a voz e Brasil. gosto da voz do Brasil [mais do gingado que da voz], de imaginar a rádiobrás com um monte de gente preocupada se sentindo muito importante para a nação. não gosto de notícias, porque tenho medo da velocidade com que mais projetos absurdos tramitam, aprovam-se e expandem-se. o notíciário, para mim são estalinhos de informação que provocam um bombaredeio de conceitos. conceitos dos mais escabrosos, da teoria do caos a de murph.
Não sei como me mantenho longe das notícias e como consigo descobrir os projetos quando eles já são praticamente ações. na verdade acho que sou levada, com a turma brasil toda, na maré da jabulani, da crise, e claro, do meu umbigo.
u ó essa reforma universitária. mas eu vou me entender no mundo do jeito que ele for.
projeto ficha limpa, vocês são engraçados!
gostei do jingle junino Serra. repetição é tudo no rádio!
programador da rádio, amei ouvir lusco fusco de A Euterpia novamente na cultura!
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Confuso é me permitir. Permissão para viver, para sofrer, para experimentar, inventar, descomprometer aqui para comprometer ali. Uma noite. nem gosto da noite, gosto do sono, dos trabalhos voluntários na agência do sol. gosto do conforto do lar, do estabelecimento aconchegante e seguro que é a cia de meus pais. as experiências? não as tenho conseguido fazer interessantes. apenas sinto e não sinto mais. volta a regra da continuidade, querer praticar ações continuadas, e deixar a vida seguir sem terminar o que já acabou. não sei porque fico saudosa do que foi malmente vivido, do que foi malmente expresso. minha espiritualidade nao se confunde mais com o corpo, e isso me torna um tanto quanto apática.
Meu sangue não está fervendo, mas o humor está alterado. há que se completar algo? há que se tentar de novo? há que se entender em unidade?
Meu sangue não está fervendo, mas o humor está alterado. há que se completar algo? há que se tentar de novo? há que se entender em unidade?
quarta-feira, 2 de junho de 2010
4 me
todas as coisas da existência existindo e fazendo suas funções, seu papéis, entrando nas deixas que parecem combinadas. a natureza me dá tantas boas oportunidades. as escolhas de agora encaminham-me com clareza. me ponho em poucas coisas, me escrevo com poucas letras, meus desenhos mudam-se com o tempo e continuo numa entrega humana que me confunde, estranheza de dar. queria ver com os olhos do outro, ouvir com os ouvidos de quem me ouve, mas ó, não pretendo sair de mim, gosto muito de estar em mim. sou a(o) maior das(os) amantes que eu jamais pensaria em ter.
Não sinto em mim a pressão da minha profundidade, mergulho leve esse que se faz dentro de mim... as doçuras de existir dentro de mim, como só eu mesma sei e posso existir assim tão doce e calmo.
saio de mim para interagir com o humano porque isso é parte da existencia, mas os outros e suas intenções... me comovem ao retorno para o conforto de ser quem sou e de dormir com o corpo flutuando em meditação.
fantástica
Não sinto em mim a pressão da minha profundidade, mergulho leve esse que se faz dentro de mim... as doçuras de existir dentro de mim, como só eu mesma sei e posso existir assim tão doce e calmo.
saio de mim para interagir com o humano porque isso é parte da existencia, mas os outros e suas intenções... me comovem ao retorno para o conforto de ser quem sou e de dormir com o corpo flutuando em meditação.
fantástica
terça-feira, 1 de junho de 2010
segunda-feira, 24 de maio de 2010
é como não saber...
Hipostasio-me achando que há sempre uma razão grandona que a gente desconhece para sentir as coisas que sentimos e provocam nossas ações que devagarzinho vão destruindo aquilo que está posto. tese, antítese e síntese este é o método de toda mudança que fecha e abre ciclos na minha existência. sou uma garota moderninha com justificativas pós-modernas e louca pelos elementos do novo modelo hitech.
Se eu tivesse a certeza de congelar o tempo, o amor e os sentimentos não estaria do lado que estou. Não seria o que amanhã não sei bem se serei. Se estar parada, muda, atônita, sem fogo ou calor qualquer. Se não soubesse a dor de amar e acabar, de continuar amando depois que chega o fim. seu eu soubesse o que é o fim, ou quem mora em mim, além de mim. se eu soubesse mentir e sorrir.
"Se vc não vai comigo então vamos ficar e olhar o sol, o pôr-do-sol..." (trecho de música da viviany)
Não mais irei. sim, nada será como antes, não serei mais um ser flutuante. agora sou eu que tenho que andar, sou quem tem que seguir, e assim, só, porque nem bem trocar eu sei. Só sei desconstruir, só sei amar e desamar. Só sei do mar e de suas ondas que vem e vão.
Sei de mim e um pouco de ti, ontem estive em teus sentimentos, hoje estou em outro momento. Não pense que não sinto, sinto o medo de nunca mais sentir a felicidade de te sentir.
Estou conseguindo chorar, se fosse num papel viria carimbar a verdade que foi te amar, a verdade que foi te encontrar e viver. desculpa se vivi tão intensamente, se pareceu tão florido e tão bonito e tão infinito, desculpa se eu vivi, se eu te amei e se hoje não sei. Só não encontro mais o teu lugar.
Se eu tivesse a certeza de congelar o tempo, o amor e os sentimentos não estaria do lado que estou. Não seria o que amanhã não sei bem se serei. Se estar parada, muda, atônita, sem fogo ou calor qualquer. Se não soubesse a dor de amar e acabar, de continuar amando depois que chega o fim. seu eu soubesse o que é o fim, ou quem mora em mim, além de mim. se eu soubesse mentir e sorrir.
"Se vc não vai comigo então vamos ficar e olhar o sol, o pôr-do-sol..." (trecho de música da viviany)
Não mais irei. sim, nada será como antes, não serei mais um ser flutuante. agora sou eu que tenho que andar, sou quem tem que seguir, e assim, só, porque nem bem trocar eu sei. Só sei desconstruir, só sei amar e desamar. Só sei do mar e de suas ondas que vem e vão.
Sei de mim e um pouco de ti, ontem estive em teus sentimentos, hoje estou em outro momento. Não pense que não sinto, sinto o medo de nunca mais sentir a felicidade de te sentir.
Estou conseguindo chorar, se fosse num papel viria carimbar a verdade que foi te amar, a verdade que foi te encontrar e viver. desculpa se vivi tão intensamente, se pareceu tão florido e tão bonito e tão infinito, desculpa se eu vivi, se eu te amei e se hoje não sei. Só não encontro mais o teu lugar.
domingo, 16 de maio de 2010
Lispector, Clarice. Trechinhos.
"É difícil perder-se. É tão difícl que provavelmente arrumarei depressa um modo de me achar, mesmo que achar-me seja de novo a mentira de que vivo.
Clarice Lispector"
"Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato...
Ou toca, ou não toca."
"Não tenho tempo pra mais nada, ser feliz me consome muito."
"E se me achar esquisita,
respeite também.
até eu fui obrigada a me respeitar."
"Liberdade é pouco. O que eu desejo ainda não tem nome"
Clarice Lispector"
"Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato...
Ou toca, ou não toca."
"Não tenho tempo pra mais nada, ser feliz me consome muito."
"E se me achar esquisita,
respeite também.
até eu fui obrigada a me respeitar."
"Liberdade é pouco. O que eu desejo ainda não tem nome"
quinta-feira, 13 de maio de 2010
resolvido
As construções mentais que vou formando, tenho medo delas, não sei se me engano, se estou a me punir ou se é só me permitir. complico tudo que é simples para não ter que objetivar e desistir da insegurança. começo a entender do planejamento, roteirizo minha noite e pronto. na noite de hoje, durmo logo após o trabalho.
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Bem que se quis
Pensei em escrever para um amigo terapeuta, tentar entender a sucessão de pensamentos que se desenrolam numa tristeza comparadas as que rolam numa mente depressiva. engraçado o domínio da análise não impedir a explosão dos pensamentos de nitroglicerina. O bem se cança com facilidade e o mal parece mesmo não fazer parte do ser humano. Enrigecer é tão difícil, bem como imunizar-se da indignação ou do sofrer a decepção... A decepção é sempre sucessiva. Acreditar e se doar é tão pouco prático quando não há tolerância.
São tantas as virtudes que preciso desenvolver que conhecer se torna explosivo, indigno e além do plano social. Só na subjetividade me consumo em sabores.
São tantas as virtudes que preciso desenvolver que conhecer se torna explosivo, indigno e além do plano social. Só na subjetividade me consumo em sabores.
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