terça-feira, 21 de setembro de 2010
Resumão da aula de política
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Rabiscos antigos
Meu corpo, que diz não, se mistura com uma sensação indecisa de não compreender isso de novo que surgiu.
O novo velho desejo de sermos mais do que somos hoje,
o velho novo desejo de saber sobre o que não se explica.
A beleza triste da perfeição na vida.
Em jogo apenas o que passa em sua mente jovem.
Em jogo muito mais.
A clara necessidade do afastamento
[a mão de Deus aponta].
A menina, capaz de muito mais. Então por que chora?
por pouco,
por muito.
por ser no mundo a única como ela é.
Dorme menina!
quando a existência é só consciência, o corpo em repouso encontra o som dos sonhos, mas acordes!
combates o avesso pois és também sensível, humanaconsciente.
O novo velho desejo de sermos mais do que somos hoje,
o velho novo desejo de saber sobre o que não se explica.
A beleza triste da perfeição na vida.
Em jogo apenas o que passa em sua mente jovem.
Em jogo muito mais.
A clara necessidade do afastamento
[a mão de Deus aponta].
A menina, capaz de muito mais. Então por que chora?
por pouco,
por muito.
por ser no mundo a única como ela é.
Dorme menina!
quando a existência é só consciência, o corpo em repouso encontra o som dos sonhos, mas acordes!
combates o avesso pois és também sensível, humanaconsciente.
paroxetinaquetiapinalitiumduplosemgeloporfavor!
Tento dormir, mas meu cérebro insiste no circuito de pensamentos que me faz existir. Sonho demais, durmo muito pouco.
Meu professor de antropologia não tem nada haver com um antropólogo, mesmo o sendo.
E não tenho nada haver com isso. Já fumei mil cigarros e ainda não consegui compreender se o que me falta são algumas miligramas de paroxetina, um lugar bonito ou crença no que é divino.
Ainda não descansei de mim mesma e também não deixei a adolescencia emocional para tras. me sinto velha e adolescente. me sinto desenquadrada e fico sempre sarcástica com a maioria.
Sempre fico em crise existencial em setembro, aprova são os posts de setembro nesse e no duvidaedescobertas
me falta talvez a inspiração de uma data comemorativa, algo que encha a cidade de luzes e de cores.
Meu mundo imaginário, tão real provocador de sofrimentos.
Fico assim quando não durmo, estou a 24 horas sem dormir, sem remédios não tenho sono.
Então, remedio? Menina, você tem que mudar seu jeito louco
Meu professor de antropologia não tem nada haver com um antropólogo, mesmo o sendo.
E não tenho nada haver com isso. Já fumei mil cigarros e ainda não consegui compreender se o que me falta são algumas miligramas de paroxetina, um lugar bonito ou crença no que é divino.
Ainda não descansei de mim mesma e também não deixei a adolescencia emocional para tras. me sinto velha e adolescente. me sinto desenquadrada e fico sempre sarcástica com a maioria.
Sempre fico em crise existencial em setembro, aprova são os posts de setembro nesse e no duvidaedescobertas
me falta talvez a inspiração de uma data comemorativa, algo que encha a cidade de luzes e de cores.
Meu mundo imaginário, tão real provocador de sofrimentos.
Fico assim quando não durmo, estou a 24 horas sem dormir, sem remédios não tenho sono.
Então, remedio? Menina, você tem que mudar seu jeito louco
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
A água.
Sou adulta será? já? cheguei nesse lugar que se chama fase adulta? sou livre dos descontroles adolescentes e das limitações infantis?
Posso gostar tranquilo, trabalhar de monte, dormir tarde, acordar cedo, sentir os cheiros que tenho na lembrança e esperar com maturidade a chegada de quem prefiro que vá?
A água do rio leva. entendo pouco de vento, senti mais a correnteza. a água corrente. como pode ser água e ser corrente, como podemos chamar o as correntes de fluidicas?
o mergulho é o retorno ao lugar confortável, o vento é a aVentura, a pele, ainda não sei. a fronteira da carne.
o atrito é espírito.
Posso gostar tranquilo, trabalhar de monte, dormir tarde, acordar cedo, sentir os cheiros que tenho na lembrança e esperar com maturidade a chegada de quem prefiro que vá?
A água do rio leva. entendo pouco de vento, senti mais a correnteza. a água corrente. como pode ser água e ser corrente, como podemos chamar o as correntes de fluidicas?
o mergulho é o retorno ao lugar confortável, o vento é a aVentura, a pele, ainda não sei. a fronteira da carne.
o atrito é espírito.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
domingo, 12 de setembro de 2010
SunDay
Mais um dia de sol e computador até na alma.
No final do dia estou cansadinha, enjoadinha, preguiçosa e cheia de vontade de trocar carícias e beijinhos.
O dia pra mente, a noite pro corpo. acho que assim é legal.
Ouvi um dia desses: "só quem conflita corpo e mente pode se libertar de sansara". não conhecia o termo "sansara" e num surto de pós-modernidade o oriente me revisitou com seu misticismo e sabedoria, plantando sementinhas de espiritualidade.
eu sinto pouca fome e penso de dez em dez minutos o mesmo pensamento, que é um ponto de interrogação. O que faço?
(da série meu diário)
No final do dia estou cansadinha, enjoadinha, preguiçosa e cheia de vontade de trocar carícias e beijinhos.
O dia pra mente, a noite pro corpo. acho que assim é legal.
Ouvi um dia desses: "só quem conflita corpo e mente pode se libertar de sansara". não conhecia o termo "sansara" e num surto de pós-modernidade o oriente me revisitou com seu misticismo e sabedoria, plantando sementinhas de espiritualidade.
eu sinto pouca fome e penso de dez em dez minutos o mesmo pensamento, que é um ponto de interrogação. O que faço?
(da série meu diário)
Já é.
Doce futuro
de como ele sorria das minhas bobagens e das minhas neuroses, de como ele cessava minhas chatisses e de como seu olhar me desmontava.
Confronto presente
talvez pensar o viver seja uma forma de complicar as coisas, mas só pra quem tem preguiça de pensar e medo de crescer.
Vivência Existente
o silêncio.
Modelo padrão
tenho preguiça de começar
de como ele sorria das minhas bobagens e das minhas neuroses, de como ele cessava minhas chatisses e de como seu olhar me desmontava.
Confronto presente
talvez pensar o viver seja uma forma de complicar as coisas, mas só pra quem tem preguiça de pensar e medo de crescer.
Vivência Existente
o silêncio.
Modelo padrão
tenho preguiça de começar
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
a vida?
a gente não sabe como é a vida.
eu ligo a máquina, fujo das minhas expectativas, mas a máquina gera a ordem das coisas e hj, quando fujo das expectativas ela, a máquina, atende minhas expectativas.
na vida fecham-se ciclos e eu caminho de volta pra casa.
eu ligo a máquina, fujo das minhas expectativas, mas a máquina gera a ordem das coisas e hj, quando fujo das expectativas ela, a máquina, atende minhas expectativas.
na vida fecham-se ciclos e eu caminho de volta pra casa.
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
um brinde a liberdade
o barato de sermos nós mesmos é o prazer de entendermos nossas fronteiras. a fronteira do meu corpo é a pele, do meu pensamento a linha que divide o bem e o mal a anti e a ética.
Dar continuidade é permitir, interromper é se permitir. Viver é uma ordem. planejar é repetir.
o futuro é livre e perto.
Dar continuidade é permitir, interromper é se permitir. Viver é uma ordem. planejar é repetir.
o futuro é livre e perto.
sábado, 4 de setembro de 2010
Penedo

hoje conheci Penedo, sua cachoeira feita de igarapé, sua exuberância e elegância. me senti um pouco fora do brasil [até um pium maldito me morder e fazer minha perna inchar como nos nos tempos de rio xingu]. essa foto ai não tirei, achei na internet, estamos sem maquina pra registrar, melhor assim, nos redescobrimos aos poucos enquanto aparamos as arestas das nossas realidades distintas.
(da série diário da karine)
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
quando o fim é só o começo
as fases da lua e a vida do sol

na noite as pessoas são mais livres, mais seguras, mais alegres.
sob a luz as coisas são mais claras, a vida mais real, os sonhos mais dormidos e a cosnciência mais liberta.
minha luz, meu caminho, minha trilha, minha estrada.
consciência- com ciência- ciente- cientista- noturna- no turnos- tur nós- nós pronome- nós atados.
a escrita que planta não implanta, a minha escrita compreende, apreende nunca repreende.
happy end.
me lembro das noites de lua, onde há a rua crua. a noite é barulho e, silêncio na esquina. os olhos à noite são de espelho sem luz, o som dessa noite arrasto de cruz. não lembro da felicidade da consciência na noite da lua.
lembro da lua da manhã que fica de cara pro sol com pupilas dilatadas e retinas queimando. lembro da lua branca que figura no céu seu poder sobre as águas.
resolvi falar do dia porque essa co-vivência me tira do tempo. meu pensamento procura o supremo, o além, o intenso. minha maturidade sabe que grandes emoções, a essa altura do campeonato, só em esportes radicais.
a musica clássica ainda me comove, o funk ainda me excita, o rock ainda me faz pular e bater os pés no chão, mas não encontro espaço e pessoas que caibam no meu mundo, só estrelas como a lua e satélites como o sol, pensando assim caibo sempre em poucos mundos.
daqui a um ano vou ler isso e saber do que estou falando.
escrever me conta. te conta? te conta em quantas calculadoras?
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Lunar

Ah, fale-me mais sobre seus olhos!
Conte-me as cores que ele enxerga e como se contraem expostos ao sol. Use-os para fixá-los num ponto por instantes para que eu possa observá-los. deixe que eu os veja expressar seus pensamentos, intenções, curiosidades.
permita que eu veja as mudanças de tonalidade, nuances de cor, riscos da íris, de que cor é o contorno.
deixe que eu perceba o ritmo em que as pálpebras caem e levantam sobre os olhos e o quanto o ambiente os inquieta. deixe que eu veja o raio de luz entrar e os astros refletirem
sábado, 21 de agosto de 2010
fixação científica
delírios linguistico-terapêuticos
Enquanto falo e não te ouço, caminho pra liberdade deste frio que é pensar:
“Miss Nips,
Sua profundidade de pensamentos te vale mais que teu corpo atrai, isso
talvez te faça senhorita. És tão acostumada aos apelos do corpo e as
irresistências da pele que dói dela não querer proveito.
Quando me dás as melhores cartas do jogo ou mesmo quando sou tua única
opção são tuas linhas e palavras que me prendem. Se tem curvas e
doçura, é só o brinde da boa sorte que tenho.
E, como se não a beleza provocasse o ladrão mais que o ouro, te guio
pelos caminhos em que te quero trilhando.”
Escrevo a quem nunca fui, para também a vida transformar em história
suja pelas palavras. Sentimento codificado em letras na interface,
também minhas sensações são binárias, como tua arte.
"se algum dia fiz algo de bom, me arrependo do fundo do meu coração"
(shakespeare).
Enquanto falo e não te ouço, caminho pra liberdade deste frio que é pensar:
“Miss Nips,
Sua profundidade de pensamentos te vale mais que teu corpo atrai, isso
talvez te faça senhorita. És tão acostumada aos apelos do corpo e as
irresistências da pele que dói dela não querer proveito.
Quando me dás as melhores cartas do jogo ou mesmo quando sou tua única
opção são tuas linhas e palavras que me prendem. Se tem curvas e
doçura, é só o brinde da boa sorte que tenho.
E, como se não a beleza provocasse o ladrão mais que o ouro, te guio
pelos caminhos em que te quero trilhando.”
Escrevo a quem nunca fui, para também a vida transformar em história
suja pelas palavras. Sentimento codificado em letras na interface,
também minhas sensações são binárias, como tua arte.
"se algum dia fiz algo de bom, me arrependo do fundo do meu coração"
(shakespeare).
terça-feira, 17 de agosto de 2010
publico alvo dos votos
ouvi um pedacinho do horário político obrigatório, tem um candidato que sua proposta é defender a fauna silvestre e os criadores de passarinho, outra que diz que fez muitos bingos e sorteios, uma pelos interesses dos militares... isso vai ficar a cada dia mais engraçado!
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
e eu falo do que aprendi
Karine diz:
não funciona, o campo também é entediante
Karine diz:
mas não, nunca estamos fazendo a coisa errada
Karine diz:
estamos no lugar certo
Karine diz:
somos nós os errados
Karine diz:
precisamos de correção e adaptação, parar de complicar a vida
Karine diz:
ela não é lá uma aventura pra lá de emocionante
Karine diz:
mas é o que temos de melhor
Karine diz:
agir no mundo requer paciencia, requer o desejo de tempos bons
Karine diz:
os tempos bons existem
Karine diz:
é por eles que vivemos na maior parte de tempo mais ou menos e em outra parte do tempo mal
Karine diz:
agora não rola colaborar pro mal tempo persistir
Karine diz:
rola colaborar consigo, pra quando os bons tempo chegarem vc estar bem para aproveitá-los
não funciona, o campo também é entediante
Karine diz:
mas não, nunca estamos fazendo a coisa errada
Karine diz:
estamos no lugar certo
Karine diz:
somos nós os errados
Karine diz:
precisamos de correção e adaptação, parar de complicar a vida
Karine diz:
ela não é lá uma aventura pra lá de emocionante
Karine diz:
mas é o que temos de melhor
Karine diz:
agir no mundo requer paciencia, requer o desejo de tempos bons
Karine diz:
os tempos bons existem
Karine diz:
é por eles que vivemos na maior parte de tempo mais ou menos e em outra parte do tempo mal
Karine diz:
agora não rola colaborar pro mal tempo persistir
Karine diz:
rola colaborar consigo, pra quando os bons tempo chegarem vc estar bem para aproveitá-los
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