quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Cria Ativa da Floresta
Há dias em que é preciso escrever, em que as coisas da vida são tão incertas, imprecisas e mutáveis que é preciso se ver diante da tela branca do Word e das cores todas do world para entender o quê, de forma misturada, flutua em energia mental dentro de mim. Essa energia de consciência emocional que fica ativando nossos circuitos cerebrais e age em todas as partes de nosso corpo, que nos põe na frente do espelho e nos faz entender o quão fantástico é ser humana. Eu, eu mesma e Irene somos muitas em mim, não somos confusas e nem misturadas, nem somos uma ou mais personalidades. Eu, Karine, acredito bem pouco na sabedoria que se acumula em explicações que podem ser dadas quando encontramos a lembrança do que foi, do que é ou do que será. Eu, Pedrosa, sigo entre as pedras do caminho e me sinto tão viva quanto viva é a matéria bruta e a orgânica que cresce em torno de si mesma com maior ou menor lentidão, do mundo pra dentro ou de si para o mundo. Eu, Silva, sou cria ativa da floresta, sinto forte em minhas pernas esse correr rápido entre o mato, esse pressionar a terra com os pés descalços e me permitir estar longe do ideal civilizatório. Ah como é ágil o levantar! Leve andar me flutua no espaço.
O equilíbrio químico que, do mundo para dentro de mim usufruo do evoluir da civilização, me torna apenas capaz de,em torno de mim, saber que mão é mão, cheia assim... de dedos. O mundo me conta que nossa cabeça é cheia de cabelos e nossos sonhos ocorrem quando dormimos. Quanto mais vivo, mais entendo que a busca da sabedoria é o único caminho permanente em nossas sensações.
Hoje na cidade meu afastamento é sempre cena de filme. Olho o por perto, dimensiono o distante, vou e volto.
A flor de meu destino surpresa é plantada nos jardins por onde outrora caminhei. Meu futuro do pretérito, brincadeira de infinito que nem começa, é música de outras passarelas.
Desfilo por aqui a delicadeza das interferências no mundo do trabalho e o penetrar nos textos científicos dos estudos. Desfilo o cuidar de papai e mamãe, o amar a verdade do infinito sabor de sermos um grupo instituído no mundo por um acaso divino: juntos.
O equilíbrio químico que, do mundo para dentro de mim usufruo do evoluir da civilização, me torna apenas capaz de,em torno de mim, saber que mão é mão, cheia assim... de dedos. O mundo me conta que nossa cabeça é cheia de cabelos e nossos sonhos ocorrem quando dormimos. Quanto mais vivo, mais entendo que a busca da sabedoria é o único caminho permanente em nossas sensações.
Hoje na cidade meu afastamento é sempre cena de filme. Olho o por perto, dimensiono o distante, vou e volto.
A flor de meu destino surpresa é plantada nos jardins por onde outrora caminhei. Meu futuro do pretérito, brincadeira de infinito que nem começa, é música de outras passarelas.
Desfilo por aqui a delicadeza das interferências no mundo do trabalho e o penetrar nos textos científicos dos estudos. Desfilo o cuidar de papai e mamãe, o amar a verdade do infinito sabor de sermos um grupo instituído no mundo por um acaso divino: juntos.
sábado, 8 de janeiro de 2011
pró-curo
é verdade que em festas me pergunto se alguém realmente acredita nisso.
verdade também que as baladas geralmente não acabam drasticamente aqui por mangacity.
Quando tomo concentração pela manhã, penso em como viver é claro.
Vi no circo o quanto são capazes os humanos...
conhecer pessoas é a coisa mais desestimulante que sei sobre a relações sociais.
fica fazendo frio em Belém... ventinho gelado e chuva das duas... até as duas do outro dia
é verdade que em festas me pergunto se alguém realmente acredita nisso. verdade também que as baladas geralmente não acabam drasticamente aqui por mangacity.
os jovens não sabem que quanto mais distantes no tempo, maior o esquecimento e não a saudade.
os jovens, meus velhos amigos, talvez não saibam que sou criança.
eu tinha um milhão de textos para ler quando descobri que não gostava de estudar obrigada.
verdade também que as baladas geralmente não acabam drasticamente aqui por mangacity.
Quando tomo concentração pela manhã, penso em como viver é claro.
Vi no circo o quanto são capazes os humanos...
conhecer pessoas é a coisa mais desestimulante que sei sobre a relações sociais.
fica fazendo frio em Belém... ventinho gelado e chuva das duas... até as duas do outro dia
é verdade que em festas me pergunto se alguém realmente acredita nisso. verdade também que as baladas geralmente não acabam drasticamente aqui por mangacity.
os jovens não sabem que quanto mais distantes no tempo, maior o esquecimento e não a saudade.
os jovens, meus velhos amigos, talvez não saibam que sou criança.
eu tinha um milhão de textos para ler quando descobri que não gostava de estudar obrigada.
sábado, 1 de janeiro de 2011
Merasgum no rock da virada
Nenhuma pista em prosas
Karine,Assista.
Ao amigo Eduardo, agradecimentos pela existência paralela na madrugada primeira da década segunda do terceiro milênio da era cristã.
Aos amigos antigos, revistos, revisitantes, prazer em revê-los na mesma festa de sempre.
Karine,Assista.
Ao amigo Eduardo, agradecimentos pela existência paralela na madrugada primeira da década segunda do terceiro milênio da era cristã.
Aos amigos antigos, revistos, revisitantes, prazer em revê-los na mesma festa de sempre.
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Trinta do doze de dois mil e dez
Escuto mantras tibetanos como Bg de Jorge Mautner e Chico Buarque; Penso em como as coisas acontecem, mudam e são variáveis; Tenho pouco de certezas, muito o que cumprir no mundo, muitos a quem amar. Sinto-me cada vez mais presente na vida, mais alerta ao mundo, de olhos e ouvidos mais abertos e humor mais constante. Já não tenho pretensões sobre o Outro, seus pensamentos íntimos, suas atitudes inexplicáveis, caminho em direção do futuro no presente de afetos que aprendo sempre a valorizar.
Penso nas alegrias intensas, nas felicidades sublimes e lembro da constância emocional que caracterizo como momentos de paz.
Daqui pra frente: Paz no caminhar, no acordar, no sorrir, no falar. Alegria no trabalhar, no estudar, no produzir. Verdade no amar, no sonhar. Força nos passos. Leveza nos movimentos. Astúcia nos negócios. Um banho de humildade na vaidade. Generosidade na vida material. genialidade na arte. Amor na dor. Resistência na carência. Sorte contra a morte. Vida, muita vida nesta ida.
Um dois mil e onze de Luz, paz e amor para todos nós.
Penso nas alegrias intensas, nas felicidades sublimes e lembro da constância emocional que caracterizo como momentos de paz.
Daqui pra frente: Paz no caminhar, no acordar, no sorrir, no falar. Alegria no trabalhar, no estudar, no produzir. Verdade no amar, no sonhar. Força nos passos. Leveza nos movimentos. Astúcia nos negócios. Um banho de humildade na vaidade. Generosidade na vida material. genialidade na arte. Amor na dor. Resistência na carência. Sorte contra a morte. Vida, muita vida nesta ida.
Um dois mil e onze de Luz, paz e amor para todos nós.
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Feliz Nascimento
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
"comigo não é com.meu.ego" tentativa de soneto
verdade! nessa altura me parou
loucura que as vezes não me cabe
abstrações do ambiente no som ou
razão de caminhar sobre seus passes
daquela beleza confusa plácida
pesquiso o momento atual ultimo
tenho duas idéias do que é vivido
e muitas ideias da vida mutável
em espaços de ação não egoísta
me restam excessos de coração
sou drama de drama de nada triste
simples porque complexo é o mundo
caminho porque me sobram as chances
de saber quem sou, de seguir comigo
loucura que as vezes não me cabe
abstrações do ambiente no som ou
razão de caminhar sobre seus passes
daquela beleza confusa plácida
pesquiso o momento atual ultimo
tenho duas idéias do que é vivido
e muitas ideias da vida mutável
em espaços de ação não egoísta
me restam excessos de coração
sou drama de drama de nada triste
simples porque complexo é o mundo
caminho porque me sobram as chances
de saber quem sou, de seguir comigo
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
natureza no meio da cidade
existem coisas que só a Amazônia faz pra você
me senti mais que humana simplesmente, me senti um ser natural. é, me assustei com um espetáculo da natureza.
estou bem chegando na parada de ônibus da igrejinha de 'nossa senhora de "Naza do céu"!' quando os pássaros, muitos deles, que se alimentaram nas mangueiras, gritavam enquanto voavam para uma bela árvore com cara de outono. a arvore no seu outono autônomo parecia folhada de tantos passaros verdes que nela pousavam. fiquei pensando no perfil do tuíter que a colega da mesa ao lado segue, chamado periquito do kan. são periquitos mesmo? é assim o cantar dos periquitos, aos gritos? uma vez na infância tivemos lá em casa uma curica sem asas. ei, eu sou do interior, não estava cometendo crime de biodiversidade, tá? ah, vem dizer que o povo do interior comer tracajás de vez em quando como uma iguaria é crime ambiental? tá, tudo bem, se todo mundo quiser comer entra em extinção, eu sei. Mas no tempo em que se vivia da floresta a natureza se aguentava, agora com estrada, exportação de animais silvestres, biotrafico e tudo não dá mesmo...
espedaçadas as mangas na calçada enquanto revoadas se mudam da cozinha para o quarto de dormir, entre árvores verde-verão e cinza-outono desfolhadas. a cidade acontecendo, os ônibus bombando de lotados, o trânsito feroz de violência, as pessoas exaustas na sexta feira fim de tarde e eu assustada com a natureza na cidade.
me senti mais que humana simplesmente, me senti um ser natural. é, me assustei com um espetáculo da natureza.
estou bem chegando na parada de ônibus da igrejinha de 'nossa senhora de "Naza do céu"!' quando os pássaros, muitos deles, que se alimentaram nas mangueiras, gritavam enquanto voavam para uma bela árvore com cara de outono. a arvore no seu outono autônomo parecia folhada de tantos passaros verdes que nela pousavam. fiquei pensando no perfil do tuíter que a colega da mesa ao lado segue, chamado periquito do kan. são periquitos mesmo? é assim o cantar dos periquitos, aos gritos? uma vez na infância tivemos lá em casa uma curica sem asas. ei, eu sou do interior, não estava cometendo crime de biodiversidade, tá? ah, vem dizer que o povo do interior comer tracajás de vez em quando como uma iguaria é crime ambiental? tá, tudo bem, se todo mundo quiser comer entra em extinção, eu sei. Mas no tempo em que se vivia da floresta a natureza se aguentava, agora com estrada, exportação de animais silvestres, biotrafico e tudo não dá mesmo...
espedaçadas as mangas na calçada enquanto revoadas se mudam da cozinha para o quarto de dormir, entre árvores verde-verão e cinza-outono desfolhadas. a cidade acontecendo, os ônibus bombando de lotados, o trânsito feroz de violência, as pessoas exaustas na sexta feira fim de tarde e eu assustada com a natureza na cidade.
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
PensadoTecladoAnotado
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
testando
testando novos conteudos e formas de interações com a interface. será que rola? deixa aí mister google!
< embed src="08- Caia Na Estrada E Perigas Ver.mid.mid" >.
< embed src="08- Caia Na Estrada E Perigas Ver.mid.mid" >.
domingo, 28 de novembro de 2010
sonhei com você
inconsciente malvado esse que me sonha e me deixa lembrar de meus medos de amores que terminam. maldade sua, inconsciente, fazer sonhar assim tão preciso que tenho medo de trocas.
os dias que seguem são tão doces, completos de amizades, amores e conversas do pensamento que dentro de mim o inevitável medo de existir sozinha me esquece que compreendo o bem da solidão. constrói-se em mim o amor por ser ativa em vida e possuir as felicidades de bem amada em família e possuidora até de amigos. não gosto de amar a felicidade porque sei que ela vem só quando quer, e amando-a ou não a recebemos sempre como estrelas de iluminação interna. ocupei-me em amar o dia a dia duro e pacífico da existência, mas toda vez que a felicidade me visita sinto um profundo medo de desaprender a amar o cotidiano. sei que é só um medo, porque aprendi a viver vivendo também após a felicidade.
bem, deixemos isso pra lá, a felicidade está aqui, como pode estar também no cotidiano de paz interna. vamos todos viver a alegria de estar vivo e sentindo, pois através dela caminhamos emparelhados com esse universo fantástico de leis físicas e intuições abstrativas.
os dias que seguem são tão doces, completos de amizades, amores e conversas do pensamento que dentro de mim o inevitável medo de existir sozinha me esquece que compreendo o bem da solidão. constrói-se em mim o amor por ser ativa em vida e possuir as felicidades de bem amada em família e possuidora até de amigos. não gosto de amar a felicidade porque sei que ela vem só quando quer, e amando-a ou não a recebemos sempre como estrelas de iluminação interna. ocupei-me em amar o dia a dia duro e pacífico da existência, mas toda vez que a felicidade me visita sinto um profundo medo de desaprender a amar o cotidiano. sei que é só um medo, porque aprendi a viver vivendo também após a felicidade.
bem, deixemos isso pra lá, a felicidade está aqui, como pode estar também no cotidiano de paz interna. vamos todos viver a alegria de estar vivo e sentindo, pois através dela caminhamos emparelhados com esse universo fantástico de leis físicas e intuições abstrativas.
sábado, 20 de novembro de 2010
No Verso encontrei o Uno
Quando disse que sim não sabia, apenas estava perdida e cansada das fraquezas de viver. não sabia que o centro de minha sensibilidade seria tocado com tanta precisão, já não acreditava mais nas emoções dóceis, nas liberdades frias do caminhar, ao lado. escolha boa a que pude fazer. quem me permitiu isso? quem me dá essa liberdade que nem sei se mereço de escolher e viver assim tão boas surpresas? por Deus, pelos Deuses, sinto-me agradecida ao universo que abriga a realidade das ações no mundo.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
A Paz da Passagem. Paisagem...
o que meu corpo quer dizer com essas articulações rígidas, essa caixa toráxica apertada para os pulmões e essa cabeça pesada?
por quais caminhos andei até me desenergizar ao ponto de o inconsciente me dormir por tanto tempo até minha musculatura ficar entravada?
minhas leituras, meu silêncio, minha solidão, nada tem recompensado a energia perdida em noites não dormidas, amores superficiais e danças sem nexo.
o continum de meu acordar me reforça a idéia de existir em mim, existir pra fora, existir o tempo todo, mas alguma coisa ficou nesse caminho, alguma coisa não está mais em seu devido lugar, e alguma coisa em mim me recria. recreio. avalio e busco na inteligência a explicação dos fatos, não é fatídico que renasci, que reestruturo-me de uma adolescência revivida ontem. também não dá pra explicar nas fases, só a intuição me permitirá encontrar a paz de existir viva. há muito ouço meu inconsciente como a um amigo experiente, há muito ele vem me indicando caminhos e me reconstruindo no sono, agora porém preciso me reconstruir nos fatos pelo único caminho da intuição. desejo mudanças plenas, plenitudes mutáveis e realidade intuitiva. desejo o universo na realidade através de mim e menos a realidade de mim no imenso universo. desejo o deus cristão não para construir mas pra obstruir em mim as barreiras que me trancam na realidade dos fatos ou no inconsciente universal. Mística, preciso de todos os sábios, todos avatares e deuses, todos os iluminados. a paz de dar passagem.
por quais caminhos andei até me desenergizar ao ponto de o inconsciente me dormir por tanto tempo até minha musculatura ficar entravada?
minhas leituras, meu silêncio, minha solidão, nada tem recompensado a energia perdida em noites não dormidas, amores superficiais e danças sem nexo.
o continum de meu acordar me reforça a idéia de existir em mim, existir pra fora, existir o tempo todo, mas alguma coisa ficou nesse caminho, alguma coisa não está mais em seu devido lugar, e alguma coisa em mim me recria. recreio. avalio e busco na inteligência a explicação dos fatos, não é fatídico que renasci, que reestruturo-me de uma adolescência revivida ontem. também não dá pra explicar nas fases, só a intuição me permitirá encontrar a paz de existir viva. há muito ouço meu inconsciente como a um amigo experiente, há muito ele vem me indicando caminhos e me reconstruindo no sono, agora porém preciso me reconstruir nos fatos pelo único caminho da intuição. desejo mudanças plenas, plenitudes mutáveis e realidade intuitiva. desejo o universo na realidade através de mim e menos a realidade de mim no imenso universo. desejo o deus cristão não para construir mas pra obstruir em mim as barreiras que me trancam na realidade dos fatos ou no inconsciente universal. Mística, preciso de todos os sábios, todos avatares e deuses, todos os iluminados. a paz de dar passagem.
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Motorista de ônibus, o que te acontece?
Procuro as justificativas para compreender os motoristas de ônibus que insistem em sempre sair atrasados, justificativa: o calor do meio dia. agora o fato de estarem com seus veículos parados ao lado de pessoas que precisam embarcar neles e arrancarem por puro preconceito com idosos e deficientes físicos é alarmante.
Porquê exatamente deixar a senhora idosa dois quarteirões depois de onde solicitou através do sinal sonoro? ou porquê ir embora com o ônibus quando o deficiente físico fez todo um esforço para chegar rápido a porta do ônibus que o senhor motorista fez questão de parar muito distante da parada? O que move o motorista do ônibus? que força é essa que faz ele arrancar o ônibus quando o justamente ainda a pessoa com necessidades especiais ainda não se acomodou em uma cadeira?
o que acontece? por quê? a pressa não justifica porque essas pessoas são experientes em seus serviços e sabem que alguns segundo as mais parados não fazem diferença e que o tempo só é ganhado em lugares com paradas distantes. Deus, o que acontece com esses caras? eles não são capazes de pensar um pouco além do momento? um pouco dentro das pessoas que estão alí paradas ao sol de meio dia precisando daquela condução para resolver outras questões de seu dia a dia. pessoas que bem como aqueles motoristas trabalham bem mais do produzem. Por que justo os deficientes físicos e os idosos são as vítimas do motorista de ônibus?
Porquê exatamente deixar a senhora idosa dois quarteirões depois de onde solicitou através do sinal sonoro? ou porquê ir embora com o ônibus quando o deficiente físico fez todo um esforço para chegar rápido a porta do ônibus que o senhor motorista fez questão de parar muito distante da parada? O que move o motorista do ônibus? que força é essa que faz ele arrancar o ônibus quando o justamente ainda a pessoa com necessidades especiais ainda não se acomodou em uma cadeira?
o que acontece? por quê? a pressa não justifica porque essas pessoas são experientes em seus serviços e sabem que alguns segundo as mais parados não fazem diferença e que o tempo só é ganhado em lugares com paradas distantes. Deus, o que acontece com esses caras? eles não são capazes de pensar um pouco além do momento? um pouco dentro das pessoas que estão alí paradas ao sol de meio dia precisando daquela condução para resolver outras questões de seu dia a dia. pessoas que bem como aqueles motoristas trabalham bem mais do produzem. Por que justo os deficientes físicos e os idosos são as vítimas do motorista de ônibus?
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
memórias do futuro
das releções de trabalho
reconheci nela a postura que um dia tive, em escala menor. Reconheci aquela postura arrogante e repensei a trajetória, essa que diz que aprendemos sempre e que capa de jornal acaba enrolando peixe no ver-o-peso, o que fica é o que aprendemos que errado. o que é certo nunca sabemos, apenas aprendemos o que não se deve fazer. é importante sabermos quem somos, onde estamos, porque estamos e agir de acordo com filosofia das respostas.
è importante sabermos que as honrarias não ficam e, que, encobrindo a realidade sempre há sempre os desejos de quem faz as coisas pensando no que os outros vão pensar. O agir movido pelo desejo de encontrar nosso próprio caminho, alcançar nosso próprio obejetivo sem afogar pessoas nos leva ao caminho correto e nos põe próximas do que queremos.
Deus, eu tenho um caminho a trilhar e é mantendo os pés no chão que o que construir. esteja comigo e agregue a nós somente pessoas que não queiram destruir, desencaminhar. Nos permita viver com quem, em vez de separar, dividir, agrega.
reconheci nela a postura que um dia tive, em escala menor. Reconheci aquela postura arrogante e repensei a trajetória, essa que diz que aprendemos sempre e que capa de jornal acaba enrolando peixe no ver-o-peso, o que fica é o que aprendemos que errado. o que é certo nunca sabemos, apenas aprendemos o que não se deve fazer. é importante sabermos quem somos, onde estamos, porque estamos e agir de acordo com filosofia das respostas.
è importante sabermos que as honrarias não ficam e, que, encobrindo a realidade sempre há sempre os desejos de quem faz as coisas pensando no que os outros vão pensar. O agir movido pelo desejo de encontrar nosso próprio caminho, alcançar nosso próprio obejetivo sem afogar pessoas nos leva ao caminho correto e nos põe próximas do que queremos.
Deus, eu tenho um caminho a trilhar e é mantendo os pés no chão que o que construir. esteja comigo e agregue a nós somente pessoas que não queiram destruir, desencaminhar. Nos permita viver com quem, em vez de separar, dividir, agrega.
domingo, 10 de outubro de 2010
Apenas mais uma de amor
Somos tão jovens, meu bem.
O mundo começa agora.
A razão de uma paixão
Viver é uma ordem, e viver é vir ver. No momento da apatia entre o
sofrimento emocional e a realidade racional, resta-me encontrar o
caminho de me levantar, o caminho que é o meu, este que trilhei até
aqui, onde as coisas vívidas valem muito mais na vida. Gosto de saber
o que sinto e de dizer o que sinto, mas principalmente de viver o que
sinto, e não há como negar que aspirar o cheiro do ser amado é uma das
sensações mais plenas da existência. Não sentir-se cheirada é outra
parte, a parte da vaidade que diz que queremos que o outro sinta a
mesma plenitude de viver aquele momento que é nosso. Não entrarei aqui
na sensação do outro, porque posso entristecer meu ego. Serei egoísta
e cuidarei de mim, de minhas sensações, de meu estado. Algo que ainda
não sei expressar, não sei o que é. Não há como determinar o que sinto
nesse momento. Não tenho como saber sobre força ou fraqueza. Eu ainda
gosto de ti, e ainda fico sem palavras em pensar em ti.
Se racionalmente já entendi que tu não me amas, que a atração que eu
sinto, o querer que eu sinto não é correspondido. Ponto final. Nem sei
o que fazer. Vou tentar dormir um pouco.
Não se culpe pelo que te digo, te escrevo e sinto. É que quando o
tempo passar e as coisas forem menos dolorosas em mim, saberei que fui
verdadeira com o mundo e que não deixei de dizer pra quem direciono
meus sentimentos que essa pessoa provocou em mim esses sentimentos que
representam o ato de estar viva.
--
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
neste momento
Preciso parar de me perguntar: "o que será?" "como será?" "será?"
pelo menos no que diz respeito a realidade relacional, tenho que aprender a questionar menos, antecipar menos, dramatizar menos. Tantas coisas aprendemos com o correr do tempo, desde a ordem ao volume da fala, da moral que é necessária e da falsa, das crenças éticas que contrastam o conhecimento que comprovamos ou da realidade diversa que os mundo pessoais geram.
Quero aprender a fantasiar menos sem precisar falar para me situar na realidade, quero entender o que o silêncio ensina.
pelo menos no que diz respeito a realidade relacional, tenho que aprender a questionar menos, antecipar menos, dramatizar menos. Tantas coisas aprendemos com o correr do tempo, desde a ordem ao volume da fala, da moral que é necessária e da falsa, das crenças éticas que contrastam o conhecimento que comprovamos ou da realidade diversa que os mundo pessoais geram.
Quero aprender a fantasiar menos sem precisar falar para me situar na realidade, quero entender o que o silêncio ensina.
domingo, 26 de setembro de 2010
plural da existência

Foi o colorido do som que te deixou tão preto e branco. Revistei minha história enquanto a corrente fluidica do transito me levava ao encontro do que interroga. tenho a resposta correta para questões de minha sensibilidade e não escuto o som da noite escura. verdades ditas em canções e meu corpo flutuando no vento e no som. meus pensamentos organizados pelo exercício físico mental de que me aproprio então. um ser livre e transparente transparecia seu olhar de imensidão enquanto pousava pra foto da vida onde as imagens definem o ir e vir. sonhei um sono dormido e acordei com um desfile político de carros antigos, dizendo pra mim que é passado é charmoso mas o discurso é uma farsa. entendi que simples assim o ambiente é amplo e não necessidade de zoom. fico com a visão panorâmica da vida que me cerca e com a vida que flui em mim de dentro pra fora. fico com o sentido plural da existência.
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
maturidade que falta
na hora de equilibrar o bom senso e as próprias inquietações geralmente falta saber o que se quer, o que se sente. não é muito difícil envelhecer dentro de nossas possibilidades biológicas. Ah corpo físico que não cabe nossa própria imagem, sempre há a necessidade de viagem pra exceder os corpos. cultura que criamos que não nos é suficiente para suprir nossas possibilidades físicas. ah nossa imagem expande dentro de nós as sensações de existir.
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