quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Agradeço a interface, aos códigos binários , a microsoft, e à rede.
nAMORo VIR(a)tual é uma coisa. coisa que se alimenta, que se dar, que se recebe. É reviver os romances proibidos do passado. Quem na contemporaneidade viveu uma história de amor de verdade? Romeu e Julieta não sofreram nas mãos de seus familiares o que os códigos binários fazem conosco. Tudo o que se pode codificar a interface amiga aproxima em um só pensamento, esse campo no universo virtual vai sendo preenchido de carinho, de verdade, de amor. paralelo ao espaço virtual encontram-se as extensões do corpo (ex. um celular na mão). E o romance vai sendo construído, projetado, programado. E quem sabe, assim como edifícios derivam da arquitetura programada na interface, os corpos se encontram e a boca suspenda a necessidade dos binários.
E o amor aconteceu, estou perdidamente apaixonada por uma janela do msn, por um telefone motorola, por um tim fixo, por um e-mail, pela existência de um corpo, de um pensamento residente as muitas léguas da cadeira do lado na sessão maldita do Líbero Luxardo.
Estou abundantemente feliz.
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Excêntrica
Se não der para consertar a cabeça, pode deixar que eu conserto o meu mundo.
Eu não sou doida, sou diferente, e quando a gente é diferente o mundo que a gente vive também tem que ser diferente. Sim, eu sou doida, tanto que quero que o mundo seja diferente porque eu mesma não sou doida.
O que busco é o tal caminho, aquele que quando a gente encontra vive seus melhores dias, entende pra que veio. Eu vim, e estou aqui. Olho ao redor e sinto o amarelo caramelo não dizer nada a consciência, só aos olhos. Uma cor. Só uma cor. Minha obrigação é com o tempo, justamente o tempo de quem eu tanto reclamava quando tinha sede de conhecimento. Sim, minha loucura vem de meu olhar que não está, vem do sono todo sonhado, vem do não aprendi o não, nem ouvir, nem dizer. Minha frase sem nexo é aquela que o mundo esqueceu de completar, é a deixa pra mil piadas que poderiam ser, para 100 poemas escritos e para uma multidão aos gritos...
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Fundação Pública de "Direito" para Poucos
No entanto a empresa e o Estado não se importam com a disparidade salarial entre os funcionários que serão regidos pela CLT e os chamados concursados de 2006, regidos pelo regime estatutário.
Veja mais um tópico do informativo:
- E os concursados de 2006?
Estes servidores adentraram na Funtelpa sob o Regime estatutário e como tal permanecerão com todos os direitos e deveres a eles inerentes, por ocasião da feitura da lei tentamos incluir um artigo visando a possibilidade de migração de regime, para opção, porém tal possibilidade foi considerada ilegal pela SEAD, Procuradoria Geral do Estado e pela Consultoria Geral do Estado.
A equiparação também foi considerada ilegal por estes três órgãos, ficando, portanto, os estatutários em quadro de extinção, com todos os direitos a eles inerentes (triênios, liucença para assuntos particulares, licença prêmio, etc, vários direitos que não existem no regime celetista, carga horária diferenciada).
Percebam nos trechos, destacados por mim, que eles duvidam da nossa capacidade de pensar e tentam convecer-nos de que é muito justo trabalharmos nas mesmas funções que nossos novos companheiros celetistas e ganharmos a metade do salário deles.
A Funtelpa espera regularizar sua situação trabalhista e, para tanto, pretende colocar em quadro de extinção todos aqueles que adentraram atravéz de concurso público promoido pelo governo passado em 2006.
Enquanto assistente de produção, não cabe a mim encontrar a solução justa para regularização trabalhista desta empresa, mas cabe sem dúvidas a mim, identificar injustiças tamanhas.
Os cargos em extinção serão facilmente extintos com essa nova (des) organização.
seria talvez a estabilidade que incomoda tanto?
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
é o quanto acreditamos, o quanto apostamos. quando aprendemos
terça-feira, 14 de outubro de 2008
meus sonhos
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
acabou e é só de dois em dois, graças!!!
Pesou a responsabilidade do dia a dia e o poder de convencimento. a comunicação é uma ferramenta assustadoramente eficaz.
a política continua sendo má. confirmadamente má.
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Eu não escrevo, sinto
Desfaz o tempo
Impressões na areia
Liberdade de expressão
Pensamentos livres
Livres palavras recém pensadas
É instantâneo
A gente sente
Depois sente que precisa falar
O que sentimos não é o que falamos,
mas não custa tentar
Minha
alma
conversa
Com
Almas
De
Corpos
Que
Não
conversam
sábado, 26 de julho de 2008
Cada opinião uma sentença
Mas olha só...
Aceitação é infantil
Os julgamentos de valores não são feitos faz um tempo. Aprendi a me criticar e isso fez-me ter dificuldades com as críticas de quem está de fora.
Os novos são difíceis porque desconhecem a história. tenho preguiça de conhecer novos por causa disso, o processo é chato, explicar porque somos quem somos, como nos tornamos mais ou menos críticos, de que forma montamos nosso repertório e em quais caminhos aprendemos a andar. As máscaras muito brilhantes cegam. As apagadas somem na massa. Os sentidos desaparecem quando somos por julgar, julgados. Quem com ferro fere, como ferro será ferido. é por aí.
somos tão jovens e tão intolerantes. Sabemos da vida um nada, mas sabemos um tanto. Vivemos tantas emoções, das improváveis às óbvias. Vivemos de análise, a auto, a médica, a trabalhista, a familiar, a de sites de relacionamento, a dos amigos. Mas somos tão jovens!!
terça-feira, 24 de junho de 2008
Passeio pelo passado
o endereço é duvidasedescobertas.blogspot.com, visitem, lá tem umas coisinhas legais, é só procurar.
Poesia sem título
Risada comparada
Minha imaginação quebrada,
acostumei-me com desvios
Vias de fatos
Veias de navegação
Vôos que não lembram do chão
Vosso coração
Braços abertos
Mãos dadas
Abraço rodado
Amor descarado
comparado
roubado.
Encontre-me entre luzes
entre um passageiro e outro
Nos casos reais
Nas flores ideais
Ah, o mundo das idéias!!
Mais perto, deserto...
De certo encantaremos e encontraremo-nos.
terça-feira, 20 de maio de 2008
Hoje!
Para alguns onde estamos é morada, para mim é vestíbulo.
Procuro respeitar a casa, mas não sou visita,
pago aluguel.
Me assusta
(um pouquinho só)
essa necessidade de nos fazerem invisíveis.
Sinto-me em ascensão,
falo ascensão espiritual,
porque o progresso não bate na porta,
esse
invade!
Sou feita de aço
O que quiser, eu faço
Não tenho medo de deixar de ser
Minha estrela está sendo feita
Eu
Já sei brilhar
Sou o melhor de mim
E ponho o que sou em tudo que faço.
Sou filha de Deus,
Por isso
Não quero o que for seu.
segunda-feira, 5 de maio de 2008
Pássaro vermelho sangue
Os guarás no verde das folhas de uma árvore, não se sabe se são flores, se são pássaros.
São tão belos com sua cor de sangue, e voando...
O Pará não para de me surpreender, gosto dessa capital com bosques dentro da cidade já feita quase toda de pedra e asfalto, desse clima de chuva.
O Pará Marajoara é um pedacinho do paraíso. É Pará is(s)o!
Nossa gente e sua cor, nossos pássaros e suas cores, nossas comidas e seus sabores.
O Brasil é uma delícia!!
quinta-feira, 1 de maio de 2008
terça-feira, 22 de abril de 2008
Cerveja, queijo e arte...
Não procurem o que há de pior, já o fiz. Dêem missões e exijam o melhor.
No ser ou não ser, escolhi ser. Mas seja eu quem for [se flor, se temor], sou sobre humanamente inesgotável.
Falo aqui sobre beber sem ter sede, amar em todas as estações (que certa vez li ser a diferença do homem para o bicho).
É que a teoria é a própria prática, só que a prática é do ser para o mundo, a teoria o inverso. Acostumamo-nos a impor [ou seria expor?], o mundo recebe tudo. Já os seres não, esses querem filtrar. O caso é que funcionando como filtro, o humano deixa a sujeira fixar, convive e alimenta-a.
Acontece que se falo para 10 pessoas, falo 10 línguas.
Cerveja, queijo e arte. Cabeças pensantes, personalidades que não cabem em seus corpos. Espíritos semi livres de carne, de ideologias {prisioneiros da ausência de sabe deus qual ideal}.
Eu
Tu
Eles
Nós
Porta VOZes
Dos sentimentos desconexos que saem da GENTE
e levanto a mão e digo:
É arte!
terça-feira, 15 de abril de 2008
O bucolismo da transamazônica
O mercedes da transbrasiliana chacoalha, são muitas poltronas, duas para cada pessoa, homens e mulheres viajam em silêncio. Dois brasileirinhos olham atentos a paisagem lá fora, um veste verde, outro amarelo. Também olho para fora e vejo o retrato que mais chama atenção: minhas duas janelas, o verde, os bois, a casa de madeira, passamos por ela e agora só o céu, pano de fundo.
O dia chega ao fim, no horizonte raios solares cor magenta por trás de nuvens carregadas (não é bom sinal [nuvens carregadas]).
Um homem vestido no uniforme azul da seleção sai de uma estrada de terra, meu campo visual não permite ver para onde a estrada leva. O homem pisa na rodovia tranzamazônica, não dá a mínima para o ônibus que passa...
Vindo com destino oposto, caminhões de bois, "pickaps".
Percebo que não vi flores no caminho. E como mágica, uma árvore inteira florida, são brancas com o diâmetro de um pulso de mulher, pétalas alongadas. Vejo agora umas vermelhas no centro com pétalas na vertical alaranjadas nos olhos. Uma elegante casa de alvenaria com roseiras no jardim da frente. Chegamos a um município, não vejo muitas ruas. Mas casas, isso sim. E asfalto! que alegria, asfalto!
Toca música sertaneja no bar próximo ao terminal rodoviário, é bom ouvir algo diferente do chacoalhar das malas, dos bancos, da lataria, do motor e dos meus próprios órgãos.
Paramos agora no terminal rodoviário do Novo Repartimento, paguei cincoenta centavos e usei um banheiro cuja porta não tinha tranca e o cobrador do banheiro parado feito um dois de paus na anteporta... (situação!).
Sobre esta cidadezinha, acho que ela possui um belo meio fio com coqueiros, quiosques e florezinhas vermelhas na, provavelmente, única estrada asfaltada do lugar e casas de madeira cujas alicerces são estacas de madeira, acho que alaga por aqui!
Durmi,
acordei...
O dia já é amanhecido, a paisagem mudou, à beira da estrada a mata é do tipo bosque, árvores altas, chão limpo, há uma casa a cada vinte metros e elas não possuem cerca, ficam ali, a beira da estrada e a frente de um imenso bosque.
O céu é de um azul cromado, passo por um campo desmatado e percebo a neblina baixa e espessa sobre a grama entre as poucas árvores.
No ônibus novos rostos, uns foram em transportes mais velozes, outros ficaram no meio do caminho, mas a quantidade de pessoas é a mesma. Todos foram substituidos, estamos em silêncio, mas vira e mexe ele é imterrompido pela noção de tempo, estamos próximos ao nosso destino, as pessoas querem saber horário, localização.
Floresta, da bonita. Daqui um pouco chegamos em Belém, será que tá tudo bem?
sexta-feira, 11 de abril de 2008
Daqui para frente tudo vai ser diferente
Agora são as histórias dos artistas, as piadas dos colegas, a voz e a música.
É o cansaço no final do dia, o dinamismo no decorrer dele.
quinta-feira, 3 de abril de 2008
quarta-feira, 2 de abril de 2008
A felicidade e a infelicidade
a tempos não via e sentia a beleza da vida, a leveza do cotidiano.
Sou tão cheia de histórias malucas que o passado me atraiu a mais, só que me conheço como poucas pessoas conhecem a si mesmas.
Brindava sempre "A nós, porque como nós são são poucos", depois descobri que "a nós, porque como nós só nós" é mais cabível. Ando pelos caminhos que a vida me coloca, escolho, recolho-me. acredito muito no futuro, acredito muito em Deus, quero viver e quero não me fazer mal, porque não preciso de mim mesma como inimiga, sou forte demais, ninguém me merece como inimiga... mas também destesto inimizades, sou como todos, gosto de ser gostada, agora já sei que não adianta, nem todo mundo vai gostar da gente, as pessoas são diferentes, cada uma com sua viagem, cada uma com um aspécto, uma ideologia, o que é pior, a maioria sem objetivos, rodando atoa na vida, sentindo pena de si e fazendo qualquer coisa para ser feliz no agora, ora ora, felicidade ou é nata ou é construída solidamente. acho que é aquilo que se come, sim! felicidades são as necessidades fisiológicas, é estar vivo e viver. infelicidade é destruir a vida, a nossa, a dos outros. tudo que vai contra a vida causa infelicidade, tudo que vai a favor dela causa felicidade.