quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Brasília e seu Povo que pisa em ovo

O Distrito Federal me mostrou algumas coisas, como "planejamento é necessário".
Do ponto de vista humano, por mais que as estatísticas digam o contrário, considero o povo, pelo menos os representantes do povo com que me topei na rua, pouco desenvolvidos, parecem completamente alienados e envolvidos pelo sistema, sem ao menos ter noção de si próprios e principalmente do homem, enquanto ser vivo. Não tenho como considerar desenvolvidos seres humanos que são cheios de preconceitos, que concentram na capital de um país o preconceito por toda a diversidade de culturas e histórias de cada localidade desse país. Foi triste perceber que o descaso com regiões ao longo do tempo desconhecidas pelo governo da federação, influencia na forma das pessoas agirem com o povo dessas regiões. Triste ver na TV propaganda do governo Arruda que estimulam a hostilidade com os visitante da cidade.

Mas o povo não é a cidade, pelo menos em Brasília, o povo não faz a cidade, afinal, vc não precisa conviver com as pessoas, pode ficar em casa. A família do meu namorado foi encantadora, dividiram comigo floexetinas, paroxetinas e viagens, como pára pirinópolis, goinia. Ô povo legal, o de Goiania. Os de Pirinópolis então...

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

considerações finais

"eu vejo a vida melhor no futuro"


mesmo com a tv mostrando que o mundo não vai muito bem das pernas. que muitas pessoas começarão o ano desabrigadas, mesmo sabendo que há difilficuldade em todas as vidas, que há fome... putz, sabendo disso fico triste. tenho que lembrar daquele papo de literatura pós-moderna sobre pensamento positivo e física quantica. tá tudo tão legal, sou uma nova pessoa, me encontro mais do que me procuro, acho que porque já procurei bastante. vejo a paz sendo o ar que respiramos, mesmo que respiremos a poluição todos os dias, os pinguins sempre voltarão ao pólo sul para namorar. mas e o aquecimento global? será?? o homem é mesmo capaz de destruir um planeta como esse, que flutua no sistema solar, que está no mesmo universo onde uma estrela cincoenta vezes maior que o sol foi encontrada? acho que seria mais fácil se essa nação imperialista parasse de encher o saco com essa imposição cultural. quem disse que todos tem de ser como eles?
por que não me importo simplesmente com minha felicidade e com a das pessoas que estão em volta? talvez porque se fizesse isso em pouco tempo estaria impondo minha cultura, obrigando todo mundo a tomar tacacá em vez de comer big mac. o humano desconhce seus limites por isso nunca sabe ao certo. não sei ao certo por quais razões persistir, mas sinto indignação, sinto amor, sinto paz, sinto saudades. nunca sei como costurar tudo e planificar, parece esmo esférico e móvel. e sim há estrelas sonoras, gostos coloridos. açaí por exemplo, coloridos e pulsante. feliz ano novo. se estiveres feliz, mantenha, se triste, passe um reveillon melhor ano que vem. beijos.

fiquem com deus.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

bye bye 2009

despeço-me do blog no ano de 2009.
não fujo dos balanços do ano, porque esse ano particularmente, foi extraordinário. resultado: neste natal nada de diazepam na veia, nem enfermeiros, nem exames, nem solidão, nem saudades, nem dúvidas, algumas dívidas, mas só de pó compacto e roupas da moda. rsrsrs.
Este ano encontrei o Sam, morei com meus pais, fiz viagens, estudei para o vestibular, namorei pelo msn, produzi canta Pará, fonograma, pará paidégua.
este ano aprendi um pouco de geografia o que me deu uma visão política. frequentei igrejas envangélicas. esse ano só li um livro, a bíblia. interessante, muito interessante...

Queridos, feliz natal de cristo, feliz 2010. a felicidade é uma escolha!

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

CARALHO!!!!!!!!!!!

Vou me atirar debaixo de um carro de pipoca mesmo, me jogar de um trampulim numa pscina cheia d'água, queimar meu colchão com palito de fósforos usado, me enforcar com um fio de cabelo, cortar os dois pulsos com uma colher de pau.
Mas que merda essa universidade estadual, mas que merda meu mal hábito de dormir demais e não ser determinada o bastante. Pedi T.O (terapia ocupacional) e tudo que ganhei foi O.T (rádio cultura onda tropical).
tenho que repensar tudo, tudo, tudo!!! Bela porcaria essa experiência com as ciências biológicas. só pode ser um sinal de que eu me estressaria!!

enfim, desabafei esse caralho de vestibular mal passado, ou melhor, crú.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Aprovações

Tenho pedido tanto a ajuda do Cristo, é que levo tempo para crer que mesmo depois do que posso chamar de reabilitação ainda a vida pode melhorar. É, melhorar! Martirizei tanto meus sentimentos nos anos passados que a simples ausência de sofrimento real configura-se em felicidade. Levou tempo para perceber que meus sonhos eram fantásticos e pautados em nada mais que o acaso, e eu nem para acreditar no acaso. Hoje consigo ver um futuro mais sólido, através dos óculos que a visão divina me empresta. Sou feita da luz que brilha e energiza esse lado do planeta todos os dias, converso com minha consciência onde sempre desejo com força ser habitada pelo maior que a minha compreensão, pelo mais do que posso ver, sentir, pensar ou querer.

Jesus: o caminho, a verdade e a vida. Por exemplo: quando você não suportar a si mesmo, peça ajuda ao humilde servo de si que há dentro de ti.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

HOJE

Eu quero a todos os livros de poesia, os versículos da bíblia explicados, a arte como fonte de fora daqui. A realidade embevecida por tudo que nela não há, mas age na arte. A fuga do cansaço diário que é viver e tentar entender os relacionamentos como fluem, o prazer do gozo de amor, alucinando em seu acúmulo de desejos passados e reservas bde3 desejos futuros. Todos precisam sair da realidade, essa necessidade tão sutil dos seres humanos deflagrada em tantos momentos...
Onde encontrar a resposta do óbvio, onde parar de tentar controlar as vidas que me fazem viva?

lembranças

No que tange as características de minha infância, boa parte bem vivida, boa parte bem pensada na solidão e no silêncio daqueles compartimentos longos onde minha voz grave calava. A TV, os brinquedos, a roupa de minha mãe e os seus saltos altos no meu pé pequenino. Os teatros que a infância nos permite compor diante do espelho em propagandas de xampu. Sentada na penteadeira com a toalha enrolada no cabelo, aplique da mulher careca, um conflito da TV representado em minha solidão. Meus pés descalços se fizeram rápidos nos fins de semana de quintal, o quintal das mangueiras, bananeiras, goiabeiras e das árvores de tinta vermelha, quintal do galinheiro do jabuti gigante que andava com os menores em seu casco e um dia me assustou a tartaruga assada no casco por tão imensa semelhança, no fim o jabuti também sumiu, assim como as galinhas mudavam de cor. Nesse tempo papai era o que é, homem trabalhador. Mamãe elegante e distante, a professora, representação da sabedoria, alta em seus saltos altos, blusas e blazer [nunca escrevi essa palavra]. A calça jeans na cintura a blusa em decote com botões abertos e sutiã sempre jogado para o lado quando se sentia em casa. Futebol com o neguinho, eu era geleira, meu irmão brigou com ele, disse pra mandar a mãe dele ficar no gol. Não mais futebol, de volta a xícara com vinagre e sal para as mangas verdes comidas no alto do pé. De volta a janela da casa vazia com a chuva caindo no muro da frente que não resistiria ao tempo. Nada para fazer, faço o amor em mim. Desenvolveria uma arte não fosse meu prazer de dormir as tardes. Não vi a hora em que cresci, não lembro de como passei da infância para a fase adulta. Uns dias ficam tudo cinza, mas minha primeira copa foi incrível, as pessoas se reuniam para torcer pela seleção e estavam sempre felizes, conquistas sobre conquistas até o ápice daquela emoção verde e amarela gritar nas vozes dos adultos um, dois, três, quatro, cinco mil, queremos que a Itália vá para a puta que pariu!!! a contradição do proibido na boca dos adultos que comemoravam pelas ruas da cidade de carro em passeata, para todos nós ouvirmos. Hora de dormir, sempre quero conversar mais um pouco, minha irmã está sonolenta na sua cama rosa, do lado da minha cama rosa em nosso quarto branco de cortina vinho e armário em madeira clara, do lado da estante de brincados onde todos os bonecos se reuniam no condomínio, divididos pelos três andares. Devo a foto dos bonecos pra vocês, vou scanear. o presente me chama, moto lá fora, na infância andávamos de moto também, o gol branco ficava na garagem até pai voltar de seu trabalho que semana sim semana não. Quero ler isso.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

O que é o Pará?

http://www3.brasildefato.com.br/v01/agencia/governo-do-para-promove-policiais-que-participaram-do-massacre-de-carajas

UE Belo Monte, putz grilla!!

Fui criada em Altamira- Pa, a cidade do meu coração, onde aprendi a andar de bicicleta em suas ruas pouco movimentadas, de onde me acostumei a tomar voadeiras no final de semana e descer o rio Xingu com suas águas escuras que espelhavam o céu, cansamos de acampar na praia por dez dias com nossas redes e mosqueteiros atados nas árvores, passar o dia inteiro comendo e tomando banho de rio, visitei a cachoeira do Bom jardim, fiquei hospedada na casa de uma índia que a havia casado com um homem branco e construído sua família ali nas proximidades da cachoeira, vi como eles faziam farinha de mandioca, e comi muita farinha com peixe pescado no córrego a não mais de três metros da casa... Aprendi a amar aquela força energética que o conjunto floresta, rio, areia, borboletas, piuns [pivários], transmitiam a nosso organismo, aprendi a juntar todo o lixo que encontrasse durante minhas expedições infantis pela praia, aprendi a pescar piaba, depois piau e parei por aí. Ouvi não as minhas investidas de ir caçar com os homens durante a noite, esperei até de manhazinha para ver os peixes ainda vivos que voltavam da pescaria, tratei os peixes pequenos nas pedras milenares do Xingu, tirei escamas, a parte vermelha que tem dentro da cabeça, cortei o rabo, as nadadeiras. Lavei roupa na mesa de madeira colocada na parte rasa da corredeira do rio... Altamira é uma cidade pequena, com uma grande população ribeirinha, são famílias que moram na beira do rio, longe das cidades, que vivem da natureza, do que ela dá, os ribeirinhos sabem bem que dela precisam e a conservam, tanto quanto ensinam aos visitantes da floresta a cuidar. A população da cidade anseia por desenvolvimento por crer que o "progresso" tem que chegar, por ter sido de certa forma abandonada às margens da rodovia transamazônica sem recursos básicos para uma civilização. Altamira não tem uma vida cultural vibrante, seu lazer é constituído do contato com a natureza local. Não sei como vai ser quando a hidrelétrica transformar esse ambiente natural em empresarial, nem como o pacu que um dia vi subindo a cachoeira contra a corrente vai se reproduzir. Não sei de que viverão os índios, que sabemos, ocupam a parte que vai alagar ou secar das barragens segmentadas, não sei como, ao final da construção, nossa cidade vai empregar e atender a saúde e a educação dos trabalhadores que construirão o projeto, mas que ao final de dez anos serão demitidos. Isso será um problema nosso, do Pará.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Realidades


23/10/2009 - 14:59
Enviado por: Evald

Lembram da música…
Zerovinteum
( Planet Hemp )

Rio, cidade-desespero
A vida é boa mas só vive quem não tem medo
Olho aberto malandragem não tem dó
Rio de Janeiro, cidade hardcore.
Arrastão na praia não tem problema algum
Chacina de menores é aqui 021
Polícia, cocaína, Comando Vermelho
Sarajevo é brincadeira, aqui é o Rio de Janeiro
Rio de Janeiro, demorô, é agora
Pra se virar tem que aprender na rua
O que não se aprende na escola
Segurança é subjetiva
Melhor ficar com um olho no padre e outro na missa
Situações acontecem sobre um calor inominável
Beleza convive lado a lado com um dia-dia miserável
Mesmo assim, não troco por lugar algum
Já disse: este é o meu lar. Aqui, 021 “Cuidado pra não se queimar na praia do arrastão”
É…Rio de Janeiro
“Aqui fazem sua segurança assasinando menor”
É…Rio de Janeiro” A cidade é maravilhosa mas se liga, mermão”
É…Rio de Janeiro” Então fica de olho aberto malandragem não tem dó
“É…Rio de Janeiro É muito fácil falar de coisas tão belas
De frente pro mar mas de costas pra favela
De lá de cima o que se vê é um enorme mar de sangue
Chacinas brutais,uma porrada de gangue
O Pão de Açúcar de lá o diabo amassou
Esse é o Rio e se você não conhece, bacana, Tome cuidado, as aparências enganam
Aqui a lei do silêncio fala mais alto Te calam por bem ou vai pro mato
Mas de repente invadem a minha área, todos fardados
Eu tô ficando loco, ou tem alguma coisa errada?
Brincando com a vida do povo, então se liga na parada.
Porque hoje ninguém sabe, ninguém viu. Um dia alguns se cansam e “pow!”, guerra civil
Porque como diz o ditado, quando 1 não quer 2 não brigam.
Mas já que cê tá pedindo, segura a ira
Porque a cabeça é fria, mas o sangue não é de barata
Esse é o Rio, mermão, o veneno da lata. o veneno da lata…da lata…da lata…
How how how faz o Papai Noel…Pow pow pow e nego não vai pro céu
Digo V de veneta, lírica bereta Black Alien e família, soem as trombetas
Tomando de assalto a cidade que brilha.
Mãos ao alto, vamos dançar a quadrilha 288 é formação de quadrilha
Nome:Gustavo Ribeiro, a descrição do elemento
Primeiro é o olho vermelho, na mente, no momento.
Como diz o Bispo, eu sou artista, esse é meu lixo.
Acesso ao som restrito aos peritos.
O dialeto se dito é um perigo, amigo.
Para o consumo da alma sem abrigo.
O ritmo e a raiva, a raiva e o ritmo…
“Cuidado pra não se queimar na praia do arrastão”
É…Rio de Janeiro ” Aqui fazem sua segurança assasinando menor”
É…Rio de Janeiro” A cidade é maravilhosa mas se liga, mermão”
É…Rio de Janeiro” Então fica de olho aberto malandragem não tem dó”
É…Rio de Janeiro

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Correção, esclarecimento

Respeitarei neste espaço a norma culta da língua portuguesa, com o simples objetivo de conquistar novos leitores. Iniciarei, portanto, frases e períodos com letra maiúscula, abandonando assim o ideário de igualdade e fraternidade entre as palavras. A margem permanecerá sendo desrespeitada, pois as fronteiras são suscetíveis.

Norma Culta!

Vou respeitar a norma culta nesse blog. para se caso alguém além da minha mãe ler, não pense que sou analfabeta
No que tange as características de minha infância, boa parte bem vivida, boa parte bem pensada na solidão e no silêncio daqueles compartimentos longos onde minha voz grave calava. A TV, os brinquedos, a roupa de minha mãe e os seus saltos altos no meu pé pequenino. Os teatros que a infância nos permite compor diante do espelho em propagandas de xampu. Sentada na penteadeira com a toalha enrolada no cabelo, aplique da mulher careca, um conflito da TV representado em minha solidão. Meus pés descalços se fizeram rápidos nos fins de semana de quintal, o quintal das mangueiras, bananeiras, goiabeiras e das árvores de tinta vermelha, quintal do galinheiro do jabuti gigante que andava com os menores em seu casco e um dia me assustou a tartaruga assada no casco por tão imensa semelhança, no fim o jabuti também sumiu, assim como as galinhas mudavam de cor. Nesse tempo papai era o que é, homem trabalhador. Mamãe elegante e distante, a professora, representação da sabedoria, alta em seus saltos altos, blusas e blazer [nunca escrevi essa palavra]. A calça jeans na cintura a blusa em decote com botões abertos e sutiã sempre jogado para o lado quando se sentia em casa. Futebol com o neguinho, eu era geleira, meu irmão brigou com ele, disse pra mandar a mãe dele ficar no gol. Não mais futebol, de volta a xícara com vinagre e sal para as mangas verdes comidas no alto do pé. De volta a janela da casa vazia com a chuva caindo no muro da frente que não resistiria ao tempo. Nada para fazer, faço o amor em mim. Desenvolveria uma arte não fosse meu prazer de dormir as tardes. Não vi a hora em que cresci, não lembro de como passei da infância para a fase adulta. Uns dias ficam tudo cinza, mas minha primeira copa foi incrível, as pessoas se reuniam para torcer pela seleção e estavam sempre felizes, conquistas sobre conquistas até o ápice daquela emoção verde e amarela gritar nas vozes dos adultos um, dois, três, quatro, cinco mil, queremos que a Itália vá para a puta que pariu!!! a contradição do proibido na boca dos adultos que comemoravam pelas ruas da cidade de carro em passeata, para todos nós ouvirmos. Hora de dormir, sempre quero conversar mais um pouco, minha irmã está sonolenta na sua cama rosa, do lado da minha cama rosa em nosso quarto branco de cortina vinho e armário em madeira clara, do lado da estante de brincados onde todos os bonecos se reuniam no condomínio, divididos pelos três andares. Devo a foto dos bonecos pra vocês, vou scanear. o presente me chama, moto lá fora, na infância andávamos de moto também, o gol branco ficava na garagem até pai voltar de seu trabalho que semana sim semana não. Quero ler isso.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

FM cigarro, essa é a nossa cultura!

A rádio oficial da feira do livro este ano é a 105,5 Unama FM. a rádio estatal não cobrirá o evento estatal...

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Um dia na terra

Percebo vozes um tanto caladas, o mercado sempre cheio de pessoas montadas, mosaicos humanos compostos de anseios modernistas. ouço músicas que me lembram do tempo em que a felicidade sintetizada se fazia intensa, folhas tão vivas, luzes tão brilhantes, aprendi a viver assim diariamente (dia+ri+mente). as árvores tão vivas no meio fio da cidade poluida de ouvir, de ver, de respirar. cidade da idade dos 'velhos de Brasília', dos bobos da província, dos soldados do narcotráfico nas ruas, da perversão generalizada na fofoca virtual dos vídeos de uma quase pedifilia de tão criminosa. Crescemos e, não sei se acontece com todos, não temos nem revemos amigos do passado, porque no passado não se sabia o que é a amizade. hoje sei o que é amizade, mas não sei o que é um amigo, e pior, não sofro.
estudo, leio, trabalho, converso, ouço, choro de medo, de saudades, de angústia, rio dos trocadilhos, do quanto as relações são cômicas...

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

No trabalho


Passando o círio,
é só deitar na rede
digerir a maniçoba
e esperar o natal...

terça-feira, 20 de outubro de 2009

terça-feira

As vezes fico tão avessa a realidade, cansada no dia em que se diz acordar a disposição para a maioria das pessoas, a solidão me deixa tão down.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Uma experiência com a telefonia

já ligaste para a central de atendimento da vivo? incrível!!... prepare o saco de pancadas para descontar seu ódio e sensação de impotência.

conflituando o presente

estou mais próxima das ciências sociais, especificamente a 4,80 pessoas chateadas por não atravessarem o vestíbulo da universidade federal. mas não é essa concorrência que me causa o frio na barriga pela responsabilidade de ser avaliada em prova e sim por desconhecer minha capacidade de adequação a este tipo de processo seletivo. e se minha inteligência for diferente da cobrada por eles? me sentirei incapaz de atravessar um obstáculo que usa um método arcaico de medição de inteligência? mas porque a preocupação se o sistema educacional muda, evolui? será que muda, será que evolui? e todas aquelas fórmulas impossíveis de serem decoradas e tão pouco teorizadas pelos professores, elas me serão mesmo cobradas?

Na verdade, tenho certezas.

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