putz grilla, tenho um monte desses negócios de site:
de quando era doida:
duvidas e descobertas - blog
de quando queria ajudar as pessoas:
mutando máscaras - blog
a moda de 2009, 149 carcteres para se expressar:
twitter
putz, pro trabalho é essencial:
myspace
pra experimentar:
facebook
Para responder suas dúvidas, como uma banca de informações:
formspring
e claro, orkut, o pioneiro em relacionamentos.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
sábado, 6 de fevereiro de 2010
enquanto isso no msn
O interlocutor ficou confuso, achou que viajei demais. acho que quis sacanear com ele, porque tenho inveja das pessoas que bebem, e ele me disse que estava bêbado!
estou fazendo uma enquete hoje
[interlocutor]:
é
de qie
Karine diz:
quando vc precisa ser mal com alguém, vc é mal, bonzinho ou cruel?
[interlocutor]:
mal
as veses e melhor ser mal doque bonzinho
Karine diz:
pois é, por isso que sou boazinha!!
ou boa ou cruel.
e minha nova descoberta sobre mim mesma
é que vivo de auto-análise
o tempo de gastar com qualquer coisa gasto pensando em mim mesma, assumidamente
me entende?
[interlocutor]:
muita viagem
vc fuma maconha?
Karine diz:
parei
tava ficando doida
bom, deixa eu exemplificar então
...
enfim, mas ela foi má
esse é o mal de ser mal
as pessoas boazinha podem ser cruéis
a vitma das pessoas más sempre é uma pessoa boa
mas uma hora a pessoa acaba encontrando um bonzinho cruel
O seu interlocutor está OFFLINE! rsrsrs
Essa vai pro blog, pensei!!
estou fazendo uma enquete hoje
[interlocutor]:
é
de qie
Karine diz:
quando vc precisa ser mal com alguém, vc é mal, bonzinho ou cruel?
[interlocutor]:
mal
as veses e melhor ser mal doque bonzinho
Karine diz:
pois é, por isso que sou boazinha!!
ou boa ou cruel.
e minha nova descoberta sobre mim mesma
é que vivo de auto-análise
o tempo de gastar com qualquer coisa gasto pensando em mim mesma, assumidamente
me entende?
[interlocutor]:
muita viagem
vc fuma maconha?
Karine diz:
parei
tava ficando doida
bom, deixa eu exemplificar então
...
enfim, mas ela foi má
esse é o mal de ser mal
as pessoas boazinha podem ser cruéis
a vitma das pessoas más sempre é uma pessoa boa
mas uma hora a pessoa acaba encontrando um bonzinho cruel
O seu interlocutor está OFFLINE! rsrsrs
Essa vai pro blog, pensei!!
Crueldade, eu tenho. Retira de mim Jesus!
podia mesmo ter posto veneno de rato no remédio da cachorrinha da cachorra. Graças a Deus sou cristã e se o fizesse jamais me perdoaria, pela vida da cachorrinha me arrependeria, mas pelo sofrimento da cachorra, não!
aos 15, 2002
No colégio, quando fiz segundo ano do ensino médio, sentei na primeira cadeira da segunda fila da esquerda de quem entrava na sala. De um lado a Clarissa, do outro a Larissa. Clarissa moça bonita, magra, bem branca de cabelos lisos e pretos no meio das costas, doce e graciosa, espírita e membro do grupo de teatro da escola. Larissa, meio estranha, morena com os cabelos tingidos de loiro, olhos grandes e inexpressivos, boas notas, mas muito esforço concentrado só nisso, freqüentava festas no african bar e gostava de ser sócia do clube mais caro da cidade, de onde retirava todos os seus ídolos.
Perco a concentração quando a realidade me chama. Que saco, meu namorado quer que eu faça concursos. Acho que ele não pensa essas coisas sozinho. Acho na verdade que todo mundo em brasília só pensa em concursoo público, claro, os brasilienses mamam nas tetas da agropecuária e recussos naturais do norte, na industria do sudeste e não mão de obra barata do nordeste para um dia quem sabe se sentirem como os sulistas que se sentem europeus, europeus devem morrer de dar risada do brasil imitando no real as notas de euro. País!!
Pois sim, no segundo ano eu estudava bastante, e (adoro) me destacava no domínio da palavra. Sempre gostei de debates e os da nossa sala eram quentíssimos. Na sala duas pessoas apenas falavam. Um garoto lá de trás que vestia preto e só andava com umas pessoas que vestiam preto, e credo! Fumava. Mas até que tinha umas opiniões interessantes. Não fosse o fato de eu adorar ganhar uma disputa oral, teria concordado com ele em muitos pontos. Resolvi discordar na retórica e dar uns beijinhos. Meu primeiro namorado em Belém. Mas aquilo de vestir preto e andar de galera realmente me causava vergonha. Comprei uma camisa alaranjada e dei a ele. Ele gostou. Muito bem, tinha salvação. Rsrsr. Sempre fui dominadora, mas como diz a canção da famosa cantora minha amiga Viviany Tvarita, eu tinha também uma mania de bolha, bolha sugadora, enjoava das pessoas, o Marupiara chama de transtorno de adaptação e é neste que coloco a culpa de todos os foras de namorados que levei.
Resolvi entrar para o grupo de teatro, a Clarissa me convidou, e numa bela tarde de quarta feira descobri o rockn’roll. Foi fantástico!! O Paulo me perguntou: -Você gosta de rock? Não sabia responder e respondi que não sabia. Então ele disse: - ouve isso. E tocou uma batida do metálica, que inclusive aprendi a tocar no violão anos depois. O som entrou vibrante no meu ouvido, e meus olhos brilharam. Estava apaixonada, pelo rock! O que essa paixão me renderia, eu nunca iria imaginar.
Findo o segundo ano, boas notas, garota educada, mas já havia aprendido a fumar, e já tinha uma melhor relação com minha irmã, o que me renderia uma vida social, mesmo que ligada aos amigos de Altamira em Belém.
Perco a concentração quando a realidade me chama. Que saco, meu namorado quer que eu faça concursos. Acho que ele não pensa essas coisas sozinho. Acho na verdade que todo mundo em brasília só pensa em concursoo público, claro, os brasilienses mamam nas tetas da agropecuária e recussos naturais do norte, na industria do sudeste e não mão de obra barata do nordeste para um dia quem sabe se sentirem como os sulistas que se sentem europeus, europeus devem morrer de dar risada do brasil imitando no real as notas de euro. País!!
Pois sim, no segundo ano eu estudava bastante, e (adoro) me destacava no domínio da palavra. Sempre gostei de debates e os da nossa sala eram quentíssimos. Na sala duas pessoas apenas falavam. Um garoto lá de trás que vestia preto e só andava com umas pessoas que vestiam preto, e credo! Fumava. Mas até que tinha umas opiniões interessantes. Não fosse o fato de eu adorar ganhar uma disputa oral, teria concordado com ele em muitos pontos. Resolvi discordar na retórica e dar uns beijinhos. Meu primeiro namorado em Belém. Mas aquilo de vestir preto e andar de galera realmente me causava vergonha. Comprei uma camisa alaranjada e dei a ele. Ele gostou. Muito bem, tinha salvação. Rsrsr. Sempre fui dominadora, mas como diz a canção da famosa cantora minha amiga Viviany Tvarita, eu tinha também uma mania de bolha, bolha sugadora, enjoava das pessoas, o Marupiara chama de transtorno de adaptação e é neste que coloco a culpa de todos os foras de namorados que levei.
Resolvi entrar para o grupo de teatro, a Clarissa me convidou, e numa bela tarde de quarta feira descobri o rockn’roll. Foi fantástico!! O Paulo me perguntou: -Você gosta de rock? Não sabia responder e respondi que não sabia. Então ele disse: - ouve isso. E tocou uma batida do metálica, que inclusive aprendi a tocar no violão anos depois. O som entrou vibrante no meu ouvido, e meus olhos brilharam. Estava apaixonada, pelo rock! O que essa paixão me renderia, eu nunca iria imaginar.
Findo o segundo ano, boas notas, garota educada, mas já havia aprendido a fumar, e já tinha uma melhor relação com minha irmã, o que me renderia uma vida social, mesmo que ligada aos amigos de Altamira em Belém.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Vida
meu amor partiu. até o final de abril o que tenho é um pinguin de pelúcia e uma aliança de noivado. nosso compromisso de amor, de um futuro juntos.
O Sam é fora do que há de real, eu ele é mais que um simples namorado ou noivo, ele me olha com olhos de fogo, de luz, de alma. nós podemos ser criança juntos, não impecílios para as brincadeiras que nos fazem rir. nosso humor é negro, nossas gracinhas podem ser embaladas no funk. ele me ensina geometria espacial aos gritos, e eu aprendo chorando. resultado correto e começamos a rir, eu dele empenhado em meu aprendizado ele de mim, chorando por causa da matemática. gostamos de teatro, de filmes, gostamos das nossas famílias e gostamos muito de igarapé.
somos perfeitos um para o outro, nosso números... que saudades do meu amor que partiu. logo estaremos juntos de novo.
eu te amo Sam.
O Sam é fora do que há de real, eu ele é mais que um simples namorado ou noivo, ele me olha com olhos de fogo, de luz, de alma. nós podemos ser criança juntos, não impecílios para as brincadeiras que nos fazem rir. nosso humor é negro, nossas gracinhas podem ser embaladas no funk. ele me ensina geometria espacial aos gritos, e eu aprendo chorando. resultado correto e começamos a rir, eu dele empenhado em meu aprendizado ele de mim, chorando por causa da matemática. gostamos de teatro, de filmes, gostamos das nossas famílias e gostamos muito de igarapé.
somos perfeitos um para o outro, nosso números... que saudades do meu amor que partiu. logo estaremos juntos de novo.
eu te amo Sam.
hoje
No passado eu quis o amor com todas as forças, no passado busquei o equilíbrio, no passado falei com certezas, no passado olhei paisagens, fui e voltei, trabalhei e descansei, pensei e agi (não necessariamente nessa mesma ordem). No passado fui tão intensa e tão imensa. agressiva e doce no mesmo dia.
no passado me preocupava demais com o presente. no passado mais próximo me preocupava demais com o passado...
hoje tenho uma ruga na testa, entre os olhos. ele precisa parar de sentir dor, precisa do tratamento correto, precisa do plano.
Planificar as coisas é difícil, elas vivem soltas. transformar a vida, e o risco dela em papel para ser assinado é complicado.
vamos lá. é caso de doença, mas vai ficar tudo bem com ele. meu pai, ele é tudo que temos e nós somos tudo que ele tem. eu o amo tanto, nem consigo pensar em mim nos ultimos dias, faço sexo sem orgasmos, não consigo me desligar do mundo. preciso de um alento maior, preciso de uma força a mais. ó deus.
no passado me preocupava demais com o presente. no passado mais próximo me preocupava demais com o passado...
hoje tenho uma ruga na testa, entre os olhos. ele precisa parar de sentir dor, precisa do tratamento correto, precisa do plano.
Planificar as coisas é difícil, elas vivem soltas. transformar a vida, e o risco dela em papel para ser assinado é complicado.
vamos lá. é caso de doença, mas vai ficar tudo bem com ele. meu pai, ele é tudo que temos e nós somos tudo que ele tem. eu o amo tanto, nem consigo pensar em mim nos ultimos dias, faço sexo sem orgasmos, não consigo me desligar do mundo. preciso de um alento maior, preciso de uma força a mais. ó deus.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Como não?
nos meus livros, contos diferentes dos seus estavam grafados, chamado de ciencias, ciencia de que? ciencias das classes, ciências do darwinismo social, onde só aprendemos o que merecemos aprender? porque são tão diferentes os sistemas internacionais na minha e na sua compreensão? "as pessoas são diferentes, pensam diferentes", papo furado! as pessoas são ensinadas a pensar conforme manda o figurino que vestem. e eu que andei pelo mundo vestida com as roupas que ganhei de herança de minha irmã mais velha, por ela ter crescido. eu que andei com os pés no chão, para correr mais rápido contra o tempo que passava ligeiro levando minha infancia para longe de mim e trazendo o futuro que eu sabia era composto por muitas tormentas... onde vc esteve enquanto eu passava tardes intermináveis sozinha em casa construindo jogos mentais para jogar sozinha? onde você esteve enquanto eu me indignava com as injustiças dolorosas da vida?
onde vc estava quando eu planejava minha volta ao mundo de mochila nas costas? meu amor, eu não reconheço em ti. não reconheço ninguém que conheço em ti. teu biscoitos de chocolate e sorvete com bolo não me dizem se é doce como manga ou azedo como um cupuaçú. eu não me reconheço na cidade em que foste criado. meu amor? vc está vendo filme e eu escrevendo no blog. meu amor, estou sofrendo. hoje. e não reconheço meu sofrimento no seu abraço. por que meu amor?
onde vc estava quando eu planejava minha volta ao mundo de mochila nas costas? meu amor, eu não reconheço em ti. não reconheço ninguém que conheço em ti. teu biscoitos de chocolate e sorvete com bolo não me dizem se é doce como manga ou azedo como um cupuaçú. eu não me reconheço na cidade em que foste criado. meu amor? vc está vendo filme e eu escrevendo no blog. meu amor, estou sofrendo. hoje. e não reconheço meu sofrimento no seu abraço. por que meu amor?
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
mentir dá muito trabalho. eu hein!
Sempre falo da vida, hoje convencionei falar da morte, não dela em si, mas do momento que a antecede. quero saber se verei minhas atitudes passarem diante de mim, como um resumo da vida, se revisitarei pontos da minha trajetória para entender o porquê de minhas atitudes. sentirei a sensação da mentira que contei hoje? do desagradável momento em que a verdade não parece a melhor escolha, sempre com a mesma mentira, das mentiras da humanidade?... não foi só o que fiz, hoje mesmo, a fantasia contada, me incomoda, mas justifico-a como verdade por não saber o que é de fato a verdade na situação perguntada. sofro essa ausência e não gostaria que minha amiga sofresse essa ausência também. sofro a dúvida sobre o destino no bichinho que eu também amo, e não queria que ela sofresse.
Tudo começou assim: ganhei um cachorrinho, chamei-o de Platão e o criei coimo se fosse meu filho. Infelizmente nos mudamos e o lar novo não tinha espaço para ele. Justifiquei dizendo que o criaria como um bebe humano, que não era necessário espaço para cachorro, mas todos os dias meu bebê humano-canino comia uma sandália de meu pai. Depois de muitas havaianas trocadas, sempre o mesmo lado comidos, meu pai me pediu que escolhesse entre ele e minha mãe e meu bebê canino.
A Isabela, bebe humana neta da senhora que vende tapioca lá do lado de casa gostava muito do Platão e a dona menina, vó dela resolveu pedi-lo. Mamãe já queria dá-lo e deu. A família da Isabela não se adaptou ao modo de vida do meu bebe canino e a senhora dona menina deu o cachorro.
Há muito tempo pergunto sobre o destino que meu filho levou e a mulher me enrola. Hoje a avó do Platão, que é uma humana, me perguntou sobre ele, disse que ele completara um ano e que queria fazer fotos de todos os filhos de sua filha canina. Menti. Mas não pude sustentar a mentira. A mentira tem a característica de ser eterna até que a verdade se mostre, uma mentira leva a segunda, a terceira, a quarta, se você mente uma vez e decide continuar com ela, vai ter de mentir sempre. A sensação da mentira é tão dolorosa e fria, que quando pensei que mentiria somente naquele momento, refleti sobre meu momento final, será que sentiria aquilo novamente ao revisitar minhas atitudes diante da morte? Que bom que não precisei sentir a escrota sensação só no momento da morte, no momento em que a mentira se prolongaria, decidi optar pela verdade por mais dolorosa que ela fosse, poir mais que minha amiga tenha que passar pelas mesmas frustrações pelas quais já passei. Quero ter boas lembranças do meu bebe canino, e gosto sim de pensar que nesse momento ele corre atras de cavalos e brinca com outros cachorros num gramado verdinho, e que a noite se extasia com o barulho dos grilos e brlho das estrelas. Quero esquecer as outras possibilidades. Mas o ser humano tem o direito de, quando não sabe qual é a verdade, imaginá-la por si só. Minha amiga, se não descobrirmos a verdade, pode, assim como eu fiz, imaginar um destinos para o nosso bebe canino. Estou feliz por ter me libertado da mentira, e por ela ter reavivado em mim o interesse em descobrir a verdade que desconheço. A verdade sobre meu filho, Platão, o meu bebê canino.
Tudo começou assim: ganhei um cachorrinho, chamei-o de Platão e o criei coimo se fosse meu filho. Infelizmente nos mudamos e o lar novo não tinha espaço para ele. Justifiquei dizendo que o criaria como um bebe humano, que não era necessário espaço para cachorro, mas todos os dias meu bebê humano-canino comia uma sandália de meu pai. Depois de muitas havaianas trocadas, sempre o mesmo lado comidos, meu pai me pediu que escolhesse entre ele e minha mãe e meu bebê canino.
A Isabela, bebe humana neta da senhora que vende tapioca lá do lado de casa gostava muito do Platão e a dona menina, vó dela resolveu pedi-lo. Mamãe já queria dá-lo e deu. A família da Isabela não se adaptou ao modo de vida do meu bebe canino e a senhora dona menina deu o cachorro.
Há muito tempo pergunto sobre o destino que meu filho levou e a mulher me enrola. Hoje a avó do Platão, que é uma humana, me perguntou sobre ele, disse que ele completara um ano e que queria fazer fotos de todos os filhos de sua filha canina. Menti. Mas não pude sustentar a mentira. A mentira tem a característica de ser eterna até que a verdade se mostre, uma mentira leva a segunda, a terceira, a quarta, se você mente uma vez e decide continuar com ela, vai ter de mentir sempre. A sensação da mentira é tão dolorosa e fria, que quando pensei que mentiria somente naquele momento, refleti sobre meu momento final, será que sentiria aquilo novamente ao revisitar minhas atitudes diante da morte? Que bom que não precisei sentir a escrota sensação só no momento da morte, no momento em que a mentira se prolongaria, decidi optar pela verdade por mais dolorosa que ela fosse, poir mais que minha amiga tenha que passar pelas mesmas frustrações pelas quais já passei. Quero ter boas lembranças do meu bebe canino, e gosto sim de pensar que nesse momento ele corre atras de cavalos e brinca com outros cachorros num gramado verdinho, e que a noite se extasia com o barulho dos grilos e brlho das estrelas. Quero esquecer as outras possibilidades. Mas o ser humano tem o direito de, quando não sabe qual é a verdade, imaginá-la por si só. Minha amiga, se não descobrirmos a verdade, pode, assim como eu fiz, imaginar um destinos para o nosso bebe canino. Estou feliz por ter me libertado da mentira, e por ela ter reavivado em mim o interesse em descobrir a verdade que desconheço. A verdade sobre meu filho, Platão, o meu bebê canino.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Brasília e seu Povo que pisa em ovo
O Distrito Federal me mostrou algumas coisas, como "planejamento é necessário".
Do ponto de vista humano, por mais que as estatísticas digam o contrário, considero o povo, pelo menos os representantes do povo com que me topei na rua, pouco desenvolvidos, parecem completamente alienados e envolvidos pelo sistema, sem ao menos ter noção de si próprios e principalmente do homem, enquanto ser vivo. Não tenho como considerar desenvolvidos seres humanos que são cheios de preconceitos, que concentram na capital de um país o preconceito por toda a diversidade de culturas e histórias de cada localidade desse país. Foi triste perceber que o descaso com regiões ao longo do tempo desconhecidas pelo governo da federação, influencia na forma das pessoas agirem com o povo dessas regiões. Triste ver na TV propaganda do governo Arruda que estimulam a hostilidade com os visitante da cidade.
Mas o povo não é a cidade, pelo menos em Brasília, o povo não faz a cidade, afinal, vc não precisa conviver com as pessoas, pode ficar em casa. A família do meu namorado foi encantadora, dividiram comigo floexetinas, paroxetinas e viagens, como pára pirinópolis, goinia. Ô povo legal, o de Goiania. Os de Pirinópolis então...
Do ponto de vista humano, por mais que as estatísticas digam o contrário, considero o povo, pelo menos os representantes do povo com que me topei na rua, pouco desenvolvidos, parecem completamente alienados e envolvidos pelo sistema, sem ao menos ter noção de si próprios e principalmente do homem, enquanto ser vivo. Não tenho como considerar desenvolvidos seres humanos que são cheios de preconceitos, que concentram na capital de um país o preconceito por toda a diversidade de culturas e histórias de cada localidade desse país. Foi triste perceber que o descaso com regiões ao longo do tempo desconhecidas pelo governo da federação, influencia na forma das pessoas agirem com o povo dessas regiões. Triste ver na TV propaganda do governo Arruda que estimulam a hostilidade com os visitante da cidade.
Mas o povo não é a cidade, pelo menos em Brasília, o povo não faz a cidade, afinal, vc não precisa conviver com as pessoas, pode ficar em casa. A família do meu namorado foi encantadora, dividiram comigo floexetinas, paroxetinas e viagens, como pára pirinópolis, goinia. Ô povo legal, o de Goiania. Os de Pirinópolis então...
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
considerações finais
"eu vejo a vida melhor no futuro"
mesmo com a tv mostrando que o mundo não vai muito bem das pernas. que muitas pessoas começarão o ano desabrigadas, mesmo sabendo que há difilficuldade em todas as vidas, que há fome... putz, sabendo disso fico triste. tenho que lembrar daquele papo de literatura pós-moderna sobre pensamento positivo e física quantica. tá tudo tão legal, sou uma nova pessoa, me encontro mais do que me procuro, acho que porque já procurei bastante. vejo a paz sendo o ar que respiramos, mesmo que respiremos a poluição todos os dias, os pinguins sempre voltarão ao pólo sul para namorar. mas e o aquecimento global? será?? o homem é mesmo capaz de destruir um planeta como esse, que flutua no sistema solar, que está no mesmo universo onde uma estrela cincoenta vezes maior que o sol foi encontrada? acho que seria mais fácil se essa nação imperialista parasse de encher o saco com essa imposição cultural. quem disse que todos tem de ser como eles?
por que não me importo simplesmente com minha felicidade e com a das pessoas que estão em volta? talvez porque se fizesse isso em pouco tempo estaria impondo minha cultura, obrigando todo mundo a tomar tacacá em vez de comer big mac. o humano desconhce seus limites por isso nunca sabe ao certo. não sei ao certo por quais razões persistir, mas sinto indignação, sinto amor, sinto paz, sinto saudades. nunca sei como costurar tudo e planificar, parece esmo esférico e móvel. e sim há estrelas sonoras, gostos coloridos. açaí por exemplo, coloridos e pulsante. feliz ano novo. se estiveres feliz, mantenha, se triste, passe um reveillon melhor ano que vem. beijos.
fiquem com deus.
mesmo com a tv mostrando que o mundo não vai muito bem das pernas. que muitas pessoas começarão o ano desabrigadas, mesmo sabendo que há difilficuldade em todas as vidas, que há fome... putz, sabendo disso fico triste. tenho que lembrar daquele papo de literatura pós-moderna sobre pensamento positivo e física quantica. tá tudo tão legal, sou uma nova pessoa, me encontro mais do que me procuro, acho que porque já procurei bastante. vejo a paz sendo o ar que respiramos, mesmo que respiremos a poluição todos os dias, os pinguins sempre voltarão ao pólo sul para namorar. mas e o aquecimento global? será?? o homem é mesmo capaz de destruir um planeta como esse, que flutua no sistema solar, que está no mesmo universo onde uma estrela cincoenta vezes maior que o sol foi encontrada? acho que seria mais fácil se essa nação imperialista parasse de encher o saco com essa imposição cultural. quem disse que todos tem de ser como eles?
por que não me importo simplesmente com minha felicidade e com a das pessoas que estão em volta? talvez porque se fizesse isso em pouco tempo estaria impondo minha cultura, obrigando todo mundo a tomar tacacá em vez de comer big mac. o humano desconhce seus limites por isso nunca sabe ao certo. não sei ao certo por quais razões persistir, mas sinto indignação, sinto amor, sinto paz, sinto saudades. nunca sei como costurar tudo e planificar, parece esmo esférico e móvel. e sim há estrelas sonoras, gostos coloridos. açaí por exemplo, coloridos e pulsante. feliz ano novo. se estiveres feliz, mantenha, se triste, passe um reveillon melhor ano que vem. beijos.
fiquem com deus.
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
bye bye 2009
despeço-me do blog no ano de 2009.
não fujo dos balanços do ano, porque esse ano particularmente, foi extraordinário. resultado: neste natal nada de diazepam na veia, nem enfermeiros, nem exames, nem solidão, nem saudades, nem dúvidas, algumas dívidas, mas só de pó compacto e roupas da moda. rsrsrs.
Este ano encontrei o Sam, morei com meus pais, fiz viagens, estudei para o vestibular, namorei pelo msn, produzi canta Pará, fonograma, pará paidégua.
este ano aprendi um pouco de geografia o que me deu uma visão política. frequentei igrejas envangélicas. esse ano só li um livro, a bíblia. interessante, muito interessante...
Queridos, feliz natal de cristo, feliz 2010. a felicidade é uma escolha!
não fujo dos balanços do ano, porque esse ano particularmente, foi extraordinário. resultado: neste natal nada de diazepam na veia, nem enfermeiros, nem exames, nem solidão, nem saudades, nem dúvidas, algumas dívidas, mas só de pó compacto e roupas da moda. rsrsrs.
Este ano encontrei o Sam, morei com meus pais, fiz viagens, estudei para o vestibular, namorei pelo msn, produzi canta Pará, fonograma, pará paidégua.
este ano aprendi um pouco de geografia o que me deu uma visão política. frequentei igrejas envangélicas. esse ano só li um livro, a bíblia. interessante, muito interessante...
Queridos, feliz natal de cristo, feliz 2010. a felicidade é uma escolha!
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
CARALHO!!!!!!!!!!!
Vou me atirar debaixo de um carro de pipoca mesmo, me jogar de um trampulim numa pscina cheia d'água, queimar meu colchão com palito de fósforos usado, me enforcar com um fio de cabelo, cortar os dois pulsos com uma colher de pau.
Mas que merda essa universidade estadual, mas que merda meu mal hábito de dormir demais e não ser determinada o bastante. Pedi T.O (terapia ocupacional) e tudo que ganhei foi O.T (rádio cultura onda tropical).
tenho que repensar tudo, tudo, tudo!!! Bela porcaria essa experiência com as ciências biológicas. só pode ser um sinal de que eu me estressaria!!
enfim, desabafei esse caralho de vestibular mal passado, ou melhor, crú.
Mas que merda essa universidade estadual, mas que merda meu mal hábito de dormir demais e não ser determinada o bastante. Pedi T.O (terapia ocupacional) e tudo que ganhei foi O.T (rádio cultura onda tropical).
tenho que repensar tudo, tudo, tudo!!! Bela porcaria essa experiência com as ciências biológicas. só pode ser um sinal de que eu me estressaria!!
enfim, desabafei esse caralho de vestibular mal passado, ou melhor, crú.
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Aprovações
Tenho pedido tanto a ajuda do Cristo, é que levo tempo para crer que mesmo depois do que posso chamar de reabilitação ainda a vida pode melhorar. É, melhorar! Martirizei tanto meus sentimentos nos anos passados que a simples ausência de sofrimento real configura-se em felicidade. Levou tempo para perceber que meus sonhos eram fantásticos e pautados em nada mais que o acaso, e eu nem para acreditar no acaso. Hoje consigo ver um futuro mais sólido, através dos óculos que a visão divina me empresta. Sou feita da luz que brilha e energiza esse lado do planeta todos os dias, converso com minha consciência onde sempre desejo com força ser habitada pelo maior que a minha compreensão, pelo mais do que posso ver, sentir, pensar ou querer.
Jesus: o caminho, a verdade e a vida. Por exemplo: quando você não suportar a si mesmo, peça ajuda ao humilde servo de si que há dentro de ti.
Jesus: o caminho, a verdade e a vida. Por exemplo: quando você não suportar a si mesmo, peça ajuda ao humilde servo de si que há dentro de ti.
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
HOJE
Eu quero a todos os livros de poesia, os versículos da bíblia explicados, a arte como fonte de fora daqui. A realidade embevecida por tudo que nela não há, mas age na arte. A fuga do cansaço diário que é viver e tentar entender os relacionamentos como fluem, o prazer do gozo de amor, alucinando em seu acúmulo de desejos passados e reservas bde3 desejos futuros. Todos precisam sair da realidade, essa necessidade tão sutil dos seres humanos deflagrada em tantos momentos...
Onde encontrar a resposta do óbvio, onde parar de tentar controlar as vidas que me fazem viva?
Onde encontrar a resposta do óbvio, onde parar de tentar controlar as vidas que me fazem viva?
lembranças
No que tange as características de minha infância, boa parte bem vivida, boa parte bem pensada na solidão e no silêncio daqueles compartimentos longos onde minha voz grave calava. A TV, os brinquedos, a roupa de minha mãe e os seus saltos altos no meu pé pequenino. Os teatros que a infância nos permite compor diante do espelho em propagandas de xampu. Sentada na penteadeira com a toalha enrolada no cabelo, aplique da mulher careca, um conflito da TV representado em minha solidão. Meus pés descalços se fizeram rápidos nos fins de semana de quintal, o quintal das mangueiras, bananeiras, goiabeiras e das árvores de tinta vermelha, quintal do galinheiro do jabuti gigante que andava com os menores em seu casco e um dia me assustou a tartaruga assada no casco por tão imensa semelhança, no fim o jabuti também sumiu, assim como as galinhas mudavam de cor. Nesse tempo papai era o que é, homem trabalhador. Mamãe elegante e distante, a professora, representação da sabedoria, alta em seus saltos altos, blusas e blazer [nunca escrevi essa palavra]. A calça jeans na cintura a blusa em decote com botões abertos e sutiã sempre jogado para o lado quando se sentia em casa. Futebol com o neguinho, eu era geleira, meu irmão brigou com ele, disse pra mandar a mãe dele ficar no gol. Não mais futebol, de volta a xícara com vinagre e sal para as mangas verdes comidas no alto do pé. De volta a janela da casa vazia com a chuva caindo no muro da frente que não resistiria ao tempo. Nada para fazer, faço o amor em mim. Desenvolveria uma arte não fosse meu prazer de dormir as tardes. Não vi a hora em que cresci, não lembro de como passei da infância para a fase adulta. Uns dias ficam tudo cinza, mas minha primeira copa foi incrível, as pessoas se reuniam para torcer pela seleção e estavam sempre felizes, conquistas sobre conquistas até o ápice daquela emoção verde e amarela gritar nas vozes dos adultos um, dois, três, quatro, cinco mil, queremos que a Itália vá para a puta que pariu!!! a contradição do proibido na boca dos adultos que comemoravam pelas ruas da cidade de carro em passeata, para todos nós ouvirmos. Hora de dormir, sempre quero conversar mais um pouco, minha irmã está sonolenta na sua cama rosa, do lado da minha cama rosa em nosso quarto branco de cortina vinho e armário em madeira clara, do lado da estante de brincados onde todos os bonecos se reuniam no condomínio, divididos pelos três andares. Devo a foto dos bonecos pra vocês, vou scanear. o presente me chama, moto lá fora, na infância andávamos de moto também, o gol branco ficava na garagem até pai voltar de seu trabalho que semana sim semana não. Quero ler isso.
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
O que é o Pará?
http://www3.brasildefato.com.br/v01/agencia/governo-do-para-promove-policiais-que-participaram-do-massacre-de-carajas
UE Belo Monte, putz grilla!!
Fui criada em Altamira- Pa, a cidade do meu coração, onde aprendi a andar de bicicleta em suas ruas pouco movimentadas, de onde me acostumei a tomar voadeiras no final de semana e descer o rio Xingu com suas águas escuras que espelhavam o céu, cansamos de acampar na praia por dez dias com nossas redes e mosqueteiros atados nas árvores, passar o dia inteiro comendo e tomando banho de rio, visitei a cachoeira do Bom jardim, fiquei hospedada na casa de uma índia que a havia casado com um homem branco e construído sua família ali nas proximidades da cachoeira, vi como eles faziam farinha de mandioca, e comi muita farinha com peixe pescado no córrego a não mais de três metros da casa... Aprendi a amar aquela força energética que o conjunto floresta, rio, areia, borboletas, piuns [pivários], transmitiam a nosso organismo, aprendi a juntar todo o lixo que encontrasse durante minhas expedições infantis pela praia, aprendi a pescar piaba, depois piau e parei por aí. Ouvi não as minhas investidas de ir caçar com os homens durante a noite, esperei até de manhazinha para ver os peixes ainda vivos que voltavam da pescaria, tratei os peixes pequenos nas pedras milenares do Xingu, tirei escamas, a parte vermelha que tem dentro da cabeça, cortei o rabo, as nadadeiras. Lavei roupa na mesa de madeira colocada na parte rasa da corredeira do rio... Altamira é uma cidade pequena, com uma grande população ribeirinha, são famílias que moram na beira do rio, longe das cidades, que vivem da natureza, do que ela dá, os ribeirinhos sabem bem que dela precisam e a conservam, tanto quanto ensinam aos visitantes da floresta a cuidar. A população da cidade anseia por desenvolvimento por crer que o "progresso" tem que chegar, por ter sido de certa forma abandonada às margens da rodovia transamazônica sem recursos básicos para uma civilização. Altamira não tem uma vida cultural vibrante, seu lazer é constituído do contato com a natureza local. Não sei como vai ser quando a hidrelétrica transformar esse ambiente natural em empresarial, nem como o pacu que um dia vi subindo a cachoeira contra a corrente vai se reproduzir. Não sei de que viverão os índios, que sabemos, ocupam a parte que vai alagar ou secar das barragens segmentadas, não sei como, ao final da construção, nossa cidade vai empregar e atender a saúde e a educação dos trabalhadores que construirão o projeto, mas que ao final de dez anos serão demitidos. Isso será um problema nosso, do Pará.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Realidades

23/10/2009 - 14:59
Enviado por: Evald
Lembram da música…
Zerovinteum
( Planet Hemp )
Rio, cidade-desespero
A vida é boa mas só vive quem não tem medo
Olho aberto malandragem não tem dó
Rio de Janeiro, cidade hardcore.
Arrastão na praia não tem problema algum
Chacina de menores é aqui 021
Polícia, cocaína, Comando Vermelho
Sarajevo é brincadeira, aqui é o Rio de Janeiro
Rio de Janeiro, demorô, é agora
Pra se virar tem que aprender na rua
O que não se aprende na escola
Segurança é subjetiva
Melhor ficar com um olho no padre e outro na missa
Situações acontecem sobre um calor inominável
Beleza convive lado a lado com um dia-dia miserável
Mesmo assim, não troco por lugar algum
Já disse: este é o meu lar. Aqui, 021 “Cuidado pra não se queimar na praia do arrastão”
É…Rio de Janeiro
“Aqui fazem sua segurança assasinando menor”
É…Rio de Janeiro” A cidade é maravilhosa mas se liga, mermão”
É…Rio de Janeiro” Então fica de olho aberto malandragem não tem dó
“É…Rio de Janeiro É muito fácil falar de coisas tão belas
De frente pro mar mas de costas pra favela
De lá de cima o que se vê é um enorme mar de sangue
Chacinas brutais,uma porrada de gangue
O Pão de Açúcar de lá o diabo amassou
Esse é o Rio e se você não conhece, bacana, Tome cuidado, as aparências enganam
Aqui a lei do silêncio fala mais alto Te calam por bem ou vai pro mato
Mas de repente invadem a minha área, todos fardados
Eu tô ficando loco, ou tem alguma coisa errada?
Brincando com a vida do povo, então se liga na parada.
Porque hoje ninguém sabe, ninguém viu. Um dia alguns se cansam e “pow!”, guerra civil
Porque como diz o ditado, quando 1 não quer 2 não brigam.
Mas já que cê tá pedindo, segura a ira
Porque a cabeça é fria, mas o sangue não é de barata
Esse é o Rio, mermão, o veneno da lata. o veneno da lata…da lata…da lata…
How how how faz o Papai Noel…Pow pow pow e nego não vai pro céu
Digo V de veneta, lírica bereta Black Alien e família, soem as trombetas
Tomando de assalto a cidade que brilha.
Mãos ao alto, vamos dançar a quadrilha 288 é formação de quadrilha
Nome:Gustavo Ribeiro, a descrição do elemento
Primeiro é o olho vermelho, na mente, no momento.
Como diz o Bispo, eu sou artista, esse é meu lixo.
Acesso ao som restrito aos peritos.
O dialeto se dito é um perigo, amigo.
Para o consumo da alma sem abrigo.
O ritmo e a raiva, a raiva e o ritmo…
“Cuidado pra não se queimar na praia do arrastão”
É…Rio de Janeiro ” Aqui fazem sua segurança assasinando menor”
É…Rio de Janeiro” A cidade é maravilhosa mas se liga, mermão”
É…Rio de Janeiro” Então fica de olho aberto malandragem não tem dó”
É…Rio de Janeiro
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Correção, esclarecimento
Respeitarei neste espaço a norma culta da língua portuguesa, com o simples objetivo de conquistar novos leitores. Iniciarei, portanto, frases e períodos com letra maiúscula, abandonando assim o ideário de igualdade e fraternidade entre as palavras. A margem permanecerá sendo desrespeitada, pois as fronteiras são suscetíveis.
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