sábado, 18 de junho de 2011

Licença p/ fazer poesia? Poética, é de coração, tá? huahuaahua

Ainda
Não passou, não passa, percorre o corpo, confunde a alma.
Que bem pode ou poderá ser?
te procuro
És causa, és fonte primária desse brilho intenso.
Em vão ou não
És
ora,
nem sempre
agora.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Consciência

É impressionante reabrir as pastas de papéis desorganizados que vc guarda junto com os sapatos velhos!!

Cara, eu tentando calcular a mão, contando provavelmente nos dedos... impressionante!

Meus manuscritos me falam de mim, das coisas que fiz, de quem fui e de como me tornei no presente "eu". Incrível.
Rever anotações 'inúteis' te faz medir o tempo de dedicação, te faz lembrar das dificuldades que foi preciso enfrentar para conseguir coisas que hoje já nem te importam mais, já nem te pertencem mais.

sábado, 11 de junho de 2011

americana da américa do sul

Nas aulas de métodos II, com professora doutora Andréia Chaves, os alunos, incluindo-me, devem fazer um projeto de pesquisa. Resultado: escrevi cinco vezes sobre o que quero escrever durante a vida profissional na carreira de cientista social. escrevi alguns manuscritos, algumas coisas no word, entreguei três versões e continuo vivendo o drama do pesquisador em início de carreira, escolher o objeto, focar, afunilar. acho que tudo pode dar certo, conseguirei tirar um bom, mas ainda sinto a responsabilidade da avaliação da disciplina de métodos pesar como uma responsabilidade vital e futurística. risos.

uma das versões do meu problema e justificativa está no site http://www.morenocris.org/2011/06/por-karine-pedrosa-quem-sabe-os.html

o site é da jornalista Cristina Moreno, uma especialista em América Latina. Confere lá. rsrs.

o link daí vai pro youtube, a música que arnaldo antunes gravou do Solano, um bregueiro paraense:

http://www.youtube.com/watch?v=DbRxCP4NZ_k

segunda-feira, 16 de maio de 2011

colinho

Colinho de mamãe é muito top!!

sábado, 14 de maio de 2011

Lenine, Moska, Zeca Baleiro, Chico César e Suzano - O Mundo (Ao vivo 199...





Aposto que armas biológicas desconfiguram a natureza como um todo.
será possível continuar com esse DES-envolvimento na América Latina?

Tudo tão bastante. Vamos conversar e ter paz?

Do amor eu quero mais.

Valei-nos Deus e todos os santos.


Locke trataria melhor os nativos!

quinta-feira, 28 de abril de 2011

minha ultima ilusão ilusão de amor


o lindinho da foto é meu sobrinho, eu cresci assim, que nem ele. Grata aos deuses.


Vai,
ser racional,
segue teu caminho
cronometrado,
calculado,
decifrado.


enquanto banho de igarapé meus sentidos


Vai,
ser constante


enquanto subo e desço escadas de emoções que quase me enlouqueceram.

Vai, civilização
encontra tua persona nas teses e antíteses do explicável

enquanto junto os fragmentos da realidade que te constrói e me destrói

Vai,
multidão,
canta e dança.

enquanto murmúrios e desequilibrios nos passos me levitam.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

terapia blogspot

eu não venho aqui quando estou feliz. só venho no blog pra reclamar, vejam só!... penso em pagar um terapeuta, mas fico pensando que será mais uma ciência pra estudar se eu começar a mexer com isso.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Desespero Breve.

Estou cansada.
Estou muito cansada.
Sinto-me esgotada, fraca.

Tenho a nítida sensação da minha morte se aproximando. Gostaria de morrer. Na verdade estou chamndo dormir de morrer. Ao fim do dia, eu quero morrer. Quero dormir, descansar. quero descansar em paz.

Quanto mais sinto a impressão da morte, maior é a minha certeza de longevidade, porque já fui depressiva e sei que "não, não se morre porque se está indisposto a viver". Não estou indisposta a viver. Só angustiada, talvez seja o R.H do meu emprego que não me libera pra minha licença prêmio mesmo com a presidente da fundação ter escrito a autorização do que me disse "se é pra estudar, bonita, vai!".

Talvez seja isso não ter mais um amor. meu deus, a vida é chata sem amar ninguém.
Amores meus, meus pais. mas não amor de amor de paquera.

Talvez minhas leituras que mostram séculos de civilização entre dominadores e dominados.

Passou, mamãe ta me chamando pra jantar. beijos!

terça-feira, 29 de março de 2011

Justissíssimo!

humanidade, por quê?

por que concedeste ao legislador que te tirasse a sensação de tudo?
por que não explicaste que a sensação que não gostavas era a de guerra?
por que não explicaste que antes de seres conflito eras união pela sobrevivência, conserquente evolução?

Por que deixaste, humanidade, de sentir tuas partes?
o mindinho do seu pé, está lá no seu pé, pense nele e o perceba, não deixe para tropeçar, machucá-lo para lembrar que ele existe.

segunda-feira, 28 de março de 2011

hoje vivi isso, vi um beija-flor (de verdade)

Incrível como em meio a toda a correria do dia a dia, encontro tempo para amar. ou melhor, para desamar.

se não me fossem as atribuições da sensibilidade pouco amaria, mas amo sempre que me aproximo, amo sempre que desejo, amo sempre que penso, que revejo.

São dois os estados da minhalma, insatisfeita porque desama e insatisfeita porque ama. a diferença só o humano-foco que excita. ah o amor, esse que guarda doçura em formas de nuvens pra por sob o pés e levitar.

saudades do amor, saudades de amar. amar mais, amar intensamente, amar com lágrimas, amar com campo magnético.

amar com corpo, cuidado, pensamento, palavras, olhos fixos.
acordar amando, estudar amando, trabalhar amando e de novo estudar amando e treinar amando e sorrir amando...

é de amor em excesso que vivo.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Da justiça a que me proponho

Eu não nasci com olhos azuis, nem fui criada com acesso a cultura da elite.

Umas coisas acontecem assim, com umas pessoas acontece assim. Elas simplesmente são muito boas no que fazem, se tornam indispensáveis para determinadas funções e um belo dia entram pela porta da frente com um tapete vermelho estendido recebendo o reconhecimento de seu trabalho. Considero essas pessoas admiráveis, porque ascender não é fácil, o vírus da superioridade é seletivo e só se apega a quem faz do mérito sua principal razão de ser, isso me parece bastante nobre.

Em contrapartida, quem sou me diz para a cada dia mais ser eu mesma. Preciso ser eu mesma, porque não há ninguém no mundo igual a mim [não estou falando de mérito]. Falo de autenticidade que é a minha busca constante. É claro que não pretendo constituir um caminho onde eu nunca não receba méritos, apenas decido por ser quem verdadeiramente sou. Se minha função é uma, não serei duas porque a aparência de dois não me satisfaz, não me preenche a alma, os anseios e não me traz felicidade.
Parece-me bastante incômodo para os outros que eu insista em não fazer da aparência uma arma, é que não sei fazê-lo, fracasso nesse tipo de empreitada, no entanto, são muito sólidas e felizes minhas empreitadas com a bandeira da naturalidade, da autenticidade. Cada um luta com as armas que tem. Se conhecer, se aceitar e se criar foram os caminhos que me constituíram como pessoa, não desejo abrir mão dos aprendizados que obtive errando. Eu aprendo com meus erros, vocês também. Eu aprendi com os filósofos, vocês também. Eu desencontro-me quando não sou o que pareço, vocês também.
Ir contra a ordem constituída não faz parte de minha natureza, fui ensinada a ser mansa, minha classe toda foi ensinada assim. Agora ser o que não sou também é contra minha ordem pessoal. Não nasci pra mártir, mas não tenho medo das represálias a que me disponho.
Eu só pretendo com isso tudo, dizer que quero, luto e contribuo com um princípio de justiça que não faz parte do vigente, que não "avançou" para a guerra, para escravidão, para exploração, para o sentimento de superioridade que foi nutrido em algumas classes, em algumas raças, em alguns espaços.

quarta-feira, 9 de março de 2011

@Blogspot.com

Quer saber as ultimas e quentes dos episódios compreensão de si mesma?

respondo-lhes: não nananina não.

#parafraseando

"não há, oh gente! oh não! luar como esse do ser-tão"

quarta-feira, 2 de março de 2011

A bordo de mim mesma.

Me sinto burra, em conversas nunca me lembro sobre o que as pessoas estão falando, as vezes fico sabendo de história do Brasil e do mundo como se fosse uma notícia quente, furo de ultima hora! Como estou de férias da faculdade fiquei sem temas pra ler, pra estudar... Hoje sanei minha falta de material, agora material é o que não falta.

Começo por aristóteles, seguirei por Platão, Hobbes e me darei ao direito de ler algo mais atual, como o Piérre Bourdieu e o Pierre Lévi.

Na verdade percebi que faço muitas leituras simultâneas. antes de dormir, leio sobre depressão, sigo com uma breve olhadinha na bíblia ou no evangelho segundo o espiritismo, durmo. No computador estou a ler "o que é o virtual" faz tempo, bem verdade, mas acho que tem sido paralelo a minha prepação mental para os temas. Mas o nome do jogo agora é intensificar.

terça-feira, 1 de março de 2011

;)

Tem sido estranho sem o twitter, mas tenho conseguido meus objetivos ao me livrar das redes sociais de massa. Quando eu sentir saudades, venho aqui e escrevo algo aproximado de 140 caracteres.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

GTalk- Karine e Fabrício, sobre a comunicação.

Fabricio: o q faz uma pessoa encerrar a sua conta no twitter?
Enviado às 16:37 de segunda-feira
eu: rsrsrs
Fabricio: oq acontecu\?
eu: uma forma de costurar a própria boca
Fabricio: como assm?
disseram q saistes o tuita aí
é tb para costurar a boca?
eu: rsrsr
não tenho nada a dizer sobre as coisas do trabalho, minha auto-exclusão das redes sociais é de ordem pessoal
passo muito tempo nelas
Fabricio: e do programa?
eu: e deixo de fazer minhas coisas práticas
o tuitaí já está afinado com o águia
as vinhetas
Fabricio: acho que queres causar
eu: são com ele
não há muito o que ser feito
Fabricio: (não va me deletar)
eu: hahahah
sempre quero
Fabricio: sempre soube
eu: rs. bem, de início é porque quero fazer coisas mais úteis, do tipo escrever meus trabalhos, projetos enfim ganhar dinherio a longo prazo
as redes ampliam minhas relações sociais até o nível de quem eu nem vejo e isso me abala emocionalmente mais do que deveria
Fabricio: Humm
pensei que te deixasse feliz ter contato com pessoas com quem não pode ver
(pessoalmente)
eu: eu estava utilizando a rede social como meu terapeuta
quero poupar meus seguidores disso
Fabricio: é, queres causar.
eu: rsrsrs
kkkkkkkkkkkkkk
Enviado às 17:57 de segunda-feira
eu: posso copiar nossa conversa e publicar no blog?
Fabricio: deixa ver
eu: pra dar logo as devidas satisfações a quem perguntar
rsrsrsr
Fabricio: ok
pode
eu: huahuahauahauaa
falows então. amanhã te vejo por aqui.
ah, fabro, tu não usas celular né? querias causar?
Fabricio: HHAHAHA
não, apenas não queria ser enconrado pelefiaa ch
*pela chefia
eu: rsrs. eu não quero ser encontrada pela sociedade virtual. rsrs.
Fabricio: aí, ligam para casa e normalmente não estou
fico mais feliz
e sossegado
eu: certíssimo
beijos. até amanhã, aqui, nesta mesma sala real. chegarei cedo para vê-lo.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

o fim.

Não é assim que agem os corpos cujas almas consentem. Não é mais a paixão transferida, o lugar vago a ser preenchido. Não é mais. É o tempo a não ser desperdiçado, a felicidade a ser causada, a existência a ser comemorada. A estrada me leva e me traz de volta. Quando chego ela vai, quando volta eu já não suporto mais esperar. Fica sempre faltando aquele sinal que faz o coração transbordar, a resposta.
Ora, vai pro inferno.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Já.

Posso simplesmente aderir ao mau humor e desencontrar as razões que me levem a viver alegremente, posso justificar minha mudança de temperamento por um ou mais receptores no cérebro que estão a espera de seus correspondentes. posso fingir que está tudo bem e... bem não posso fingir, não dá. estou péssima, me sinto péssima, me sinto só, me sinto sem, me sinto louca.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Que saco!

Não é que a vida seja dura com vc, é que vc não é capaz de administrar a sua vida. não é que seu trabalho seja superficial, é que vc não é capaz de sentir prazer nele. não é que sua faculdade trabalhe com uma ciência falida, é que vc não acredita nem no que pode ser experimentado e provado. não é que seja perigoso ir pras aulas de música na cabanagem, é que vc não tem talento nenhum. não é que vc não tenha grana pra estudar inglês, é vc tem medo de não dar conta. não que vc não possa fazer ioga a noite, é que vc não se ajuda. não é que seu pai te desincentiva a tudo, é que vc não tem competência pra superar seus traumas.

é que vc não tá afim, pq vc não gosta do mundo que vive, não gosta da realidade e não se conforma em não gostar.
não é que vc seja uma suicida depressiva, é que vc é covarde até pra isso.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Viver não é preciso #FernandoPessoa?

De vez em quando vem aos meus olhos aquela imagem plácida de olhar inquieto e piscada lenta, aquele distanciamento e simpatia de interação.
eu me sinto bem como sou, me sinto forte, grande, independente. Meus conflitos e inconformidades fazem parte de mim, não perco e nem quero perder a capacidade de me surpreender, de me indignar, de amar e desamar.
sinto que tá na hora de parar de exigir as respostas que não existem, as atenções para o ego e as soluções imediatas, confesso que não sei bem como fazer isso sem desacreditar das relações superficiais e dos sentidos profundos das coisas, mas acho que consigo manter o bom humor e alguma energia positiva circulando em mim. preciso retornar a minha história, descobrir o desejo castrado e ver se dá tempo de realizá-lo, retomá-lo, sei lá.

gostaria que a criatura plácida, de piscada lenta e íris inquieta, estivesse ao meu lado, mas, sei que ainda não tenho maturidade para as pessoas e seus conflitos, sei que me apaixono pelos ideais e que não resisto muito as complexidades das pessoas, delas me afasto por não saber lidar. enfim, leitores, vamos pra frente, que navegar é preciso e viver não é matemática, precisa.

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