domingo, 10 de junho de 2007

Fluir?

O fluxo e os impulsos que trasbordam na ponta dos dedos e constituem idéias que nem mesmo no travesseiro se organizam. Idéias ambíguas e sensações urtigantes não teriam ponto final se simplesmente fluissem na realidade dos terrestres contemporâneos, e seus alvos se tornariam diversos e dispersos, coisa de quem entra sem pedir licença e impõe. Detesto imposições. Encontro no vazio dos meus pensamentos os sem nome que povoam minha memória e procuro links com a história, mas essa nunca fala de glória, quando fala mente, e como se impotente enxergo a nossa pequena contribuição diante da imensidão do infinito incompreensível para os que se dizem especiais, porque pensam no que podem pensar em vez de pensar no que se pode pensar. Transformar em gigante essa aventura vívida que é acordar e fazer o que tem que ser feito, com alegria e resignação, porque se um dia criou-se a nação deve haver motivo para essa organização, e o que deve ser chocante? tudo que é viciante? batido demais. O que busco é o surpreendente, como na infância acreditei que fosse o mundo... pode ser que seja mesmo, quando o ser interior o sabe transformar. Meus talentos para diemensionar não se aplicam quando nada a dizer é mais que nada a declarar. Gosto de frases como: pode crer; é verdade; isso mesmo. Mas nada como os olhos do ser humano, se não fosse jornalista, queria ser oftalmologista, não só pra usar branco, ser chamada de doutora no primeiro ano de faculdade e ganhar dinheiro para viver em paz, mas pra ver se são mesmo os espelhos da alma sem comer com os olhos, entende?! Se forem mesmo espelhos, minha alma anda desinteressada pelo meio ambiente, e não estou falando das árvores, porque elas a minha alma instigam...

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