domingo, 24 de junho de 2007

Não, não me falta respeito pelo próximo, talvez falte respeito por mim mesma, quando jogo fora o que de belo há. Não sou o umbigo da vitma do mundo, nem me coloco nessa situação por bem querer atenção. Não quero atenção, quero força. Quero ver as idéias clareando, a consciência expandindo e sendo a toda dona da minha razão e de minhas atitudes. Quero amigos que pensem mais com a cabeça e menos com o pau. Amigas que gargalhem comigo, e não que tenham medo da minha risada de bruxa. Quero um discurso que me motive, não aquele que me remexa até lacrimejar, quero não sentir a culpa que não tenho e não chorar as dores do mundo, quero ver que as responsabilidades do dia-a-dia não pesam mais que a mão de uma criança e que de muitas cores são feitos os caminhos.

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