Muito além da sucessão de acontecimentos uniformes, interligados e almejados está a prática da perfeição que a tudo aceita e a nada condena, que brilha de luz em todos os campos e aceita que os vales ainda escurecidos pelo tempo em que pensamentos correm mais rápido que palavras e a poucos engradecem. Estamos em tempo de acertar, mas não como ponteiros de relógios acertados, simples operários, é tempo de crê que nada é nada além e que tudo é isso e muito mais. tempo de escolher quem somos, quem vamos ser pelo tempo que suavemente vem nos encher de doçura. Força natural que torna a tudo magistral, ar puro que gera força interna, água corrente que leva. Energia que se consome, não precisaríamos mesmo de nomes se homens sapientes fóssemos. Forcemo-nos a acertar, a escolher o bom. a nos aproximarmos da perfeição.
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