sábado, 23 de julho de 2011
Entre amigos estavam de igual pra igual
EraUmaVez ficou feliz, quase orgulhosa de sua própria sagacidade, ela havia prenunciado, e não exitou em competir.
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Personagem
Agora no blog você vai conhecer uma nova personagem,
#EraUmaVez, uma garota metidinha e tola que não se reconhece nem mesmo em frente ao espelho e que só vive no mundo real da autora por meio de dèjá-vu e seu destino é transformar-se em literatura barata, ou melhor, literatura gratuita!
#EraUmaVez, uma garota metidinha e tola que não se reconhece nem mesmo em frente ao espelho e que só vive no mundo real da autora por meio de dèjá-vu e seu destino é transformar-se em literatura barata, ou melhor, literatura gratuita!
quinta-feira, 21 de julho de 2011
e no mundo dos adultos...
"EraUmaVez não passa de uma garota sem graça que começou a ###### um dia desses."
Meus amigos são muito lindos me consolando!
Meus amigos são muito lindos me consolando!
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Déjà-vu
Existo e comigo existe, as vezes me sinto, a as vezes me esqueço...
Aberto em mim esse tema de gostar de ti. Que frágil fico nas vozes que sabem de ti!(
Tenho sentimentos públicos, anunciados aas vozes que escutas porque preciso que tu me escutes, mesmo em outras vozes.
Estou com saudades do teu silêncio reflexivo, das tardes nem vividas mas tão vívidas de uma solidão dividida tão levemente que até pede um nome diferente de solidão.
Não eh mais isso de intensidade, prazer e dor que desenho, eh (ora, agora) algo de esperançoso e insistente.
Aberto em mim esse tema de gostar de ti. Que frágil fico nas vozes que sabem de ti!(
Tenho sentimentos públicos, anunciados aas vozes que escutas porque preciso que tu me escutes, mesmo em outras vozes.
Estou com saudades do teu silêncio reflexivo, das tardes nem vividas mas tão vívidas de uma solidão dividida tão levemente que até pede um nome diferente de solidão.
Não eh mais isso de intensidade, prazer e dor que desenho, eh (ora, agora) algo de esperançoso e insistente.
domingo, 17 de julho de 2011
Ao meu Bem, na estrada
AcasoFeliz o que nos com_ pôs juntos.
Difícil entender que "perfeito pra mim" eh um tempo que nunca volta ser igual, que a vida está tocando a campainha, o telefone, marcando compromisso, adiando viagem, adiantando trabalho, esperando resposta, sendo cortDo, ouvindo silêncio, digerindo solidão, reconhecendo prazer e dor...
Um dia fui a falta de alguém, um dia fui a falta de mim e hoje fico tentando aceitar o que e quem sou: construída não somente no passado, nem somente no agora, mas em tudo isso que eh espaço-tempo físico-química aéreos.
DesculpeSe faltei, se não posso preencher, se eh preciso ser tão real e parecer tão dura. Não tem uma muralha em volta de meus sentimentos, e nem minha estrada eh tão torta quanto o incompreesivel, são soh as sucessões de vida significante que vamos encontrando nas relações sociais.
OlharAí dentro de ti também, que lindo ser! As sucessoes significantes nao te transpassam como ocorria comigo, há em ti significados de racionalidade sentimental e sentimentos racionalizados tão vivos como se fossem tudo o que se sabe, o que não se sabe e os verdadeiros "por vir". Viaja este noite, sem que falta nenhuma te acompanhe, esquece a falta se já na o esqueceu-se, espalha as cinzas de um significado mudado e não me transpassa sem que tenhamos aprendido não a magnetizar, como es capaz, mas a ter com o mundo um elo.
obrigada, meu bem, por significar Isto, o bem, o elo com o significante, e se fores capaz de ficar soh para vermos o por do sol será bom.
Difícil entender que "perfeito pra mim" eh um tempo que nunca volta ser igual, que a vida está tocando a campainha, o telefone, marcando compromisso, adiando viagem, adiantando trabalho, esperando resposta, sendo cortDo, ouvindo silêncio, digerindo solidão, reconhecendo prazer e dor...
Um dia fui a falta de alguém, um dia fui a falta de mim e hoje fico tentando aceitar o que e quem sou: construída não somente no passado, nem somente no agora, mas em tudo isso que eh espaço-tempo físico-química aéreos.
DesculpeSe faltei, se não posso preencher, se eh preciso ser tão real e parecer tão dura. Não tem uma muralha em volta de meus sentimentos, e nem minha estrada eh tão torta quanto o incompreesivel, são soh as sucessões de vida significante que vamos encontrando nas relações sociais.
OlharAí dentro de ti também, que lindo ser! As sucessoes significantes nao te transpassam como ocorria comigo, há em ti significados de racionalidade sentimental e sentimentos racionalizados tão vivos como se fossem tudo o que se sabe, o que não se sabe e os verdadeiros "por vir". Viaja este noite, sem que falta nenhuma te acompanhe, esquece a falta se já na o esqueceu-se, espalha as cinzas de um significado mudado e não me transpassa sem que tenhamos aprendido não a magnetizar, como es capaz, mas a ter com o mundo um elo.
obrigada, meu bem, por significar Isto, o bem, o elo com o significante, e se fores capaz de ficar soh para vermos o por do sol será bom.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
pensar
Já decorei as linhas do teu rosto nquela foto, ja mergulhei nos teus olhos quando foram capturados por aquela lente.
desconexo eh isso.
desconexo eh isso.
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Estamos mortos há muito tempo
Quem é que pode ouvir você dizer que é fraco e não vai conseguir? Quem pode entender que viver é super difícil e que suas tentativas não dão certo por mais qualificado e empenhado que vc seja?
De nós, humanos, só querem o melhor para poderem se apropriar, ninguém quer nem te dar o que lhe é justo, tampouco reconhecer que aquilo foi você quem fez, aquela idéia foi você quem teve e vc merece os méritos por ela.
Ninguém pode te ouvir chorar, te ver fraco, te ver triste, ninguém vai te ajudar .
É essa solidão de existência que mata aos poucos, essa sensação de incapacidade social que faz das suas qualidades caractertísticas ou monstruosas ou em eterna potencia inativa.
É de ter no Deus seu único consolo o que te faz humano, que te garante a esperança crua de simplesmente ser capaz de suportar a hostilidade dos homens. Que coisa burra foi essa de dizerem que somos seres sociais! Somos unicos e sozinhos, isolados e perplexos, tristes e solitários. Somos mortos. Estamos já, pois, mortos há muito tempo.
De nós, humanos, só querem o melhor para poderem se apropriar, ninguém quer nem te dar o que lhe é justo, tampouco reconhecer que aquilo foi você quem fez, aquela idéia foi você quem teve e vc merece os méritos por ela.
Ninguém pode te ouvir chorar, te ver fraco, te ver triste, ninguém vai te ajudar .
É essa solidão de existência que mata aos poucos, essa sensação de incapacidade social que faz das suas qualidades caractertísticas ou monstruosas ou em eterna potencia inativa.
É de ter no Deus seu único consolo o que te faz humano, que te garante a esperança crua de simplesmente ser capaz de suportar a hostilidade dos homens. Que coisa burra foi essa de dizerem que somos seres sociais! Somos unicos e sozinhos, isolados e perplexos, tristes e solitários. Somos mortos. Estamos já, pois, mortos há muito tempo.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
bons tempos
As horas de trabalho duro lendo, fichando, resumindo, resenhando, escrevendo, corrigindo, adequando me deram nesse final de semestre a impressão de que não teria mais nada pra dizer pro mundo, que, como aluna da universidade meu cérebro teria esgotado seus pensamentos, novos para mim, e que tudo o que tinha que ser dito tinha, de fato, sido dito naqueles textos entregues para os professores, alguns publicados aqui.
Pensei sobre a responsabilidade de ter meus estudos pagos pela sociedade e de ter uma vida de acasos tão fortuitos (eu ganho livros de forma inacreditável, por exemplo). Penso que a informação não é mas do jeito que falavam antigamente (final dos anos 1990), diziam que se vc tivesse A informação tinha tudo. Minha gente, informação só não tem quem não quer (falo de nossos circulos sociais, claro), mas vamos lá. Os benefícios da difusão da informação e da emformação:
- “é dando que se recebe” (ditado popular)
- “esse corpo humano é reciclável, amando fica mais amável” (arnaldo antunes [nesse caso é só trocar amor por informação, ficaria algo como: informando fica mais informável])
- Acasos fortuitos te mostram que as esferas do entendimento humano se multiplicam até... bem, até hoje, pra mim, tem se multiplicado. Como ocorre com vcs? Risos.
- cada humano vivo é uma potência (de vida) na marcha da humanidade. Você vai usar sua potencia contra ou favor da humanidade? Vai acelerar a marcha? Vai perguntar Por Quê está marchando...?Podes começar pela esfinge. Vai ir, Vai go ou vai estar? Risos.
Vamos dormir e escutar nossos sábios inconscientes,pois agora, já é noite alta e amanhã é preciso colorir, ou melhor, A Cor Dar!.
Pensei sobre a responsabilidade de ter meus estudos pagos pela sociedade e de ter uma vida de acasos tão fortuitos (eu ganho livros de forma inacreditável, por exemplo). Penso que a informação não é mas do jeito que falavam antigamente (final dos anos 1990), diziam que se vc tivesse A informação tinha tudo. Minha gente, informação só não tem quem não quer (falo de nossos circulos sociais, claro), mas vamos lá. Os benefícios da difusão da informação e da emformação:
- “é dando que se recebe” (ditado popular)
- “esse corpo humano é reciclável, amando fica mais amável” (arnaldo antunes [nesse caso é só trocar amor por informação, ficaria algo como: informando fica mais informável])
- Acasos fortuitos te mostram que as esferas do entendimento humano se multiplicam até... bem, até hoje, pra mim, tem se multiplicado. Como ocorre com vcs? Risos.
- cada humano vivo é uma potência (de vida) na marcha da humanidade. Você vai usar sua potencia contra ou favor da humanidade? Vai acelerar a marcha? Vai perguntar Por Quê está marchando...?Podes começar pela esfinge. Vai ir, Vai go ou vai estar? Risos.
Vamos dormir e escutar nossos sábios inconscientes,pois agora, já é noite alta e amanhã é preciso colorir, ou melhor, A Cor Dar!.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Projeto Dado: Jogo de dados.
E tem como expressar algo em relação a isso, minha gente? Tem como falar sobre suas próprias cegueiras se, vocês sabem que ela existe, se vcs a conhecem melhor do que eu? Não tenho mesmo como usar de expressão para contestá-los ou indignar-me com a pobreza de sentimentos que acomete quem deixa serem assim tão doentes as cinrcunstancias pela pura e simples covardia de encarar o preto no branco, seus erros, seus defeitos, suas falhas.
sábado, 18 de junho de 2011
Licença p/ fazer poesia? Poética, é de coração, tá? huahuaahua
Ainda
Não passou, não passa, percorre o corpo, confunde a alma.
Que bem pode ou poderá ser?
te procuro
És causa, és fonte primária desse brilho intenso.
Em vão ou não
És
ora,
nem sempre
agora.
Não passou, não passa, percorre o corpo, confunde a alma.
Que bem pode ou poderá ser?
te procuro
És causa, és fonte primária desse brilho intenso.
Em vão ou não
És
ora,
nem sempre
agora.
terça-feira, 14 de junho de 2011
Consciência
É impressionante reabrir as pastas de papéis desorganizados que vc guarda junto com os sapatos velhos!!
Cara, eu tentando calcular a mão, contando provavelmente nos dedos... impressionante!
Meus manuscritos me falam de mim, das coisas que fiz, de quem fui e de como me tornei no presente "eu". Incrível.
Rever anotações 'inúteis' te faz medir o tempo de dedicação, te faz lembrar das dificuldades que foi preciso enfrentar para conseguir coisas que hoje já nem te importam mais, já nem te pertencem mais.
Cara, eu tentando calcular a mão, contando provavelmente nos dedos... impressionante!
Meus manuscritos me falam de mim, das coisas que fiz, de quem fui e de como me tornei no presente "eu". Incrível.
Rever anotações 'inúteis' te faz medir o tempo de dedicação, te faz lembrar das dificuldades que foi preciso enfrentar para conseguir coisas que hoje já nem te importam mais, já nem te pertencem mais.
sábado, 11 de junho de 2011
americana da américa do sul
Nas aulas de métodos II, com professora doutora Andréia Chaves, os alunos, incluindo-me, devem fazer um projeto de pesquisa. Resultado: escrevi cinco vezes sobre o que quero escrever durante a vida profissional na carreira de cientista social. escrevi alguns manuscritos, algumas coisas no word, entreguei três versões e continuo vivendo o drama do pesquisador em início de carreira, escolher o objeto, focar, afunilar. acho que tudo pode dar certo, conseguirei tirar um bom, mas ainda sinto a responsabilidade da avaliação da disciplina de métodos pesar como uma responsabilidade vital e futurística. risos.
uma das versões do meu problema e justificativa está no site http://www.morenocris.org/2011/06/por-karine-pedrosa-quem-sabe-os.html
o site é da jornalista Cristina Moreno, uma especialista em América Latina. Confere lá. rsrs.
o link daí vai pro youtube, a música que arnaldo antunes gravou do Solano, um bregueiro paraense:
http://www.youtube.com/watch?v=DbRxCP4NZ_k
uma das versões do meu problema e justificativa está no site http://www.morenocris.org/2011/06/por-karine-pedrosa-quem-sabe-os.html
o site é da jornalista Cristina Moreno, uma especialista em América Latina. Confere lá. rsrs.
o link daí vai pro youtube, a música que arnaldo antunes gravou do Solano, um bregueiro paraense:
http://www.youtube.com/watch?v=DbRxCP4NZ_k
segunda-feira, 16 de maio de 2011
sábado, 14 de maio de 2011
Lenine, Moska, Zeca Baleiro, Chico César e Suzano - O Mundo (Ao vivo 199...
Aposto que armas biológicas desconfiguram a natureza como um todo.
será possível continuar com esse DES-envolvimento na América Latina?
Tudo tão bastante. Vamos conversar e ter paz?
Do amor eu quero mais.
Valei-nos Deus e todos os santos.
Locke trataria melhor os nativos!
quinta-feira, 28 de abril de 2011
minha ultima ilusão ilusão de amor
o lindinho da foto é meu sobrinho, eu cresci assim, que nem ele. Grata aos deuses.
Vai,
ser racional,
segue teu caminho
cronometrado,
calculado,
decifrado.
enquanto banho de igarapé meus sentidos
Vai,
ser constante
enquanto subo e desço escadas de emoções que quase me enlouqueceram.
Vai, civilização
encontra tua persona nas teses e antíteses do explicável
enquanto junto os fragmentos da realidade que te constrói e me destrói
Vai,
multidão,
canta e dança.
enquanto murmúrios e desequilibrios nos passos me levitam.
segunda-feira, 25 de abril de 2011
terapia blogspot
eu não venho aqui quando estou feliz. só venho no blog pra reclamar, vejam só!... penso em pagar um terapeuta, mas fico pensando que será mais uma ciência pra estudar se eu começar a mexer com isso.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Desespero Breve.
Estou cansada.
Estou muito cansada.
Sinto-me esgotada, fraca.
Tenho a nítida sensação da minha morte se aproximando. Gostaria de morrer. Na verdade estou chamndo dormir de morrer. Ao fim do dia, eu quero morrer. Quero dormir, descansar. quero descansar em paz.
Quanto mais sinto a impressão da morte, maior é a minha certeza de longevidade, porque já fui depressiva e sei que "não, não se morre porque se está indisposto a viver". Não estou indisposta a viver. Só angustiada, talvez seja o R.H do meu emprego que não me libera pra minha licença prêmio mesmo com a presidente da fundação ter escrito a autorização do que me disse "se é pra estudar, bonita, vai!".
Talvez seja isso não ter mais um amor. meu deus, a vida é chata sem amar ninguém.
Amores meus, meus pais. mas não amor de amor de paquera.
Talvez minhas leituras que mostram séculos de civilização entre dominadores e dominados.
Passou, mamãe ta me chamando pra jantar. beijos!
Estou muito cansada.
Sinto-me esgotada, fraca.
Tenho a nítida sensação da minha morte se aproximando. Gostaria de morrer. Na verdade estou chamndo dormir de morrer. Ao fim do dia, eu quero morrer. Quero dormir, descansar. quero descansar em paz.
Quanto mais sinto a impressão da morte, maior é a minha certeza de longevidade, porque já fui depressiva e sei que "não, não se morre porque se está indisposto a viver". Não estou indisposta a viver. Só angustiada, talvez seja o R.H do meu emprego que não me libera pra minha licença prêmio mesmo com a presidente da fundação ter escrito a autorização do que me disse "se é pra estudar, bonita, vai!".
Talvez seja isso não ter mais um amor. meu deus, a vida é chata sem amar ninguém.
Amores meus, meus pais. mas não amor de amor de paquera.
Talvez minhas leituras que mostram séculos de civilização entre dominadores e dominados.
Passou, mamãe ta me chamando pra jantar. beijos!
terça-feira, 29 de março de 2011
Justissíssimo!
humanidade, por quê?
por que concedeste ao legislador que te tirasse a sensação de tudo?
por que não explicaste que a sensação que não gostavas era a de guerra?
por que não explicaste que antes de seres conflito eras união pela sobrevivência, conserquente evolução?
Por que deixaste, humanidade, de sentir tuas partes?
o mindinho do seu pé, está lá no seu pé, pense nele e o perceba, não deixe para tropeçar, machucá-lo para lembrar que ele existe.
por que concedeste ao legislador que te tirasse a sensação de tudo?
por que não explicaste que a sensação que não gostavas era a de guerra?
por que não explicaste que antes de seres conflito eras união pela sobrevivência, conserquente evolução?
Por que deixaste, humanidade, de sentir tuas partes?
o mindinho do seu pé, está lá no seu pé, pense nele e o perceba, não deixe para tropeçar, machucá-lo para lembrar que ele existe.
segunda-feira, 28 de março de 2011
hoje vivi isso, vi um beija-flor (de verdade)
Incrível como em meio a toda a correria do dia a dia, encontro tempo para amar. ou melhor, para desamar.
se não me fossem as atribuições da sensibilidade pouco amaria, mas amo sempre que me aproximo, amo sempre que desejo, amo sempre que penso, que revejo.
São dois os estados da minhalma, insatisfeita porque desama e insatisfeita porque ama. a diferença só o humano-foco que excita. ah o amor, esse que guarda doçura em formas de nuvens pra por sob o pés e levitar.
saudades do amor, saudades de amar. amar mais, amar intensamente, amar com lágrimas, amar com campo magnético.
amar com corpo, cuidado, pensamento, palavras, olhos fixos.
acordar amando, estudar amando, trabalhar amando e de novo estudar amando e treinar amando e sorrir amando...
é de amor em excesso que vivo.
se não me fossem as atribuições da sensibilidade pouco amaria, mas amo sempre que me aproximo, amo sempre que desejo, amo sempre que penso, que revejo.
São dois os estados da minhalma, insatisfeita porque desama e insatisfeita porque ama. a diferença só o humano-foco que excita. ah o amor, esse que guarda doçura em formas de nuvens pra por sob o pés e levitar.
saudades do amor, saudades de amar. amar mais, amar intensamente, amar com lágrimas, amar com campo magnético.
amar com corpo, cuidado, pensamento, palavras, olhos fixos.
acordar amando, estudar amando, trabalhar amando e de novo estudar amando e treinar amando e sorrir amando...
é de amor em excesso que vivo.
quinta-feira, 10 de março de 2011
Da justiça a que me proponho
Eu não nasci com olhos azuis, nem fui criada com acesso a cultura da elite.
Umas coisas acontecem assim, com umas pessoas acontece assim. Elas simplesmente são muito boas no que fazem, se tornam indispensáveis para determinadas funções e um belo dia entram pela porta da frente com um tapete vermelho estendido recebendo o reconhecimento de seu trabalho. Considero essas pessoas admiráveis, porque ascender não é fácil, o vírus da superioridade é seletivo e só se apega a quem faz do mérito sua principal razão de ser, isso me parece bastante nobre.
Em contrapartida, quem sou me diz para a cada dia mais ser eu mesma. Preciso ser eu mesma, porque não há ninguém no mundo igual a mim [não estou falando de mérito]. Falo de autenticidade que é a minha busca constante. É claro que não pretendo constituir um caminho onde eu nunca não receba méritos, apenas decido por ser quem verdadeiramente sou. Se minha função é uma, não serei duas porque a aparência de dois não me satisfaz, não me preenche a alma, os anseios e não me traz felicidade.
Parece-me bastante incômodo para os outros que eu insista em não fazer da aparência uma arma, é que não sei fazê-lo, fracasso nesse tipo de empreitada, no entanto, são muito sólidas e felizes minhas empreitadas com a bandeira da naturalidade, da autenticidade. Cada um luta com as armas que tem. Se conhecer, se aceitar e se criar foram os caminhos que me constituíram como pessoa, não desejo abrir mão dos aprendizados que obtive errando. Eu aprendo com meus erros, vocês também. Eu aprendi com os filósofos, vocês também. Eu desencontro-me quando não sou o que pareço, vocês também.
Ir contra a ordem constituída não faz parte de minha natureza, fui ensinada a ser mansa, minha classe toda foi ensinada assim. Agora ser o que não sou também é contra minha ordem pessoal. Não nasci pra mártir, mas não tenho medo das represálias a que me disponho.
Eu só pretendo com isso tudo, dizer que quero, luto e contribuo com um princípio de justiça que não faz parte do vigente, que não "avançou" para a guerra, para escravidão, para exploração, para o sentimento de superioridade que foi nutrido em algumas classes, em algumas raças, em alguns espaços.
Umas coisas acontecem assim, com umas pessoas acontece assim. Elas simplesmente são muito boas no que fazem, se tornam indispensáveis para determinadas funções e um belo dia entram pela porta da frente com um tapete vermelho estendido recebendo o reconhecimento de seu trabalho. Considero essas pessoas admiráveis, porque ascender não é fácil, o vírus da superioridade é seletivo e só se apega a quem faz do mérito sua principal razão de ser, isso me parece bastante nobre.
Em contrapartida, quem sou me diz para a cada dia mais ser eu mesma. Preciso ser eu mesma, porque não há ninguém no mundo igual a mim [não estou falando de mérito]. Falo de autenticidade que é a minha busca constante. É claro que não pretendo constituir um caminho onde eu nunca não receba méritos, apenas decido por ser quem verdadeiramente sou. Se minha função é uma, não serei duas porque a aparência de dois não me satisfaz, não me preenche a alma, os anseios e não me traz felicidade.
Parece-me bastante incômodo para os outros que eu insista em não fazer da aparência uma arma, é que não sei fazê-lo, fracasso nesse tipo de empreitada, no entanto, são muito sólidas e felizes minhas empreitadas com a bandeira da naturalidade, da autenticidade. Cada um luta com as armas que tem. Se conhecer, se aceitar e se criar foram os caminhos que me constituíram como pessoa, não desejo abrir mão dos aprendizados que obtive errando. Eu aprendo com meus erros, vocês também. Eu aprendi com os filósofos, vocês também. Eu desencontro-me quando não sou o que pareço, vocês também.
Ir contra a ordem constituída não faz parte de minha natureza, fui ensinada a ser mansa, minha classe toda foi ensinada assim. Agora ser o que não sou também é contra minha ordem pessoal. Não nasci pra mártir, mas não tenho medo das represálias a que me disponho.
Eu só pretendo com isso tudo, dizer que quero, luto e contribuo com um princípio de justiça que não faz parte do vigente, que não "avançou" para a guerra, para escravidão, para exploração, para o sentimento de superioridade que foi nutrido em algumas classes, em algumas raças, em alguns espaços.
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