sábado, 25 de agosto de 2007
Apatia
eu nunca fiz tudo errado, não carrego culpas.
só percebi algo que não me deixou feliz.
apatia e ponto
lágrimas e ponto
esperança...
segunda-feira, 30 de julho de 2007
Baby, hoje cê faz 13 anos. Quem manda é o seu coração.
No fim dos 20, leve como uma pluma. Indecifrável como meus próprios sonhos. Sinto que não sentir interfere nos meus sentidos e quando pretendo decifrar, o mundo se confunde com lugar de mergulhar. (Se fosse hino de igreja rimava logo Jeová {O desenho se fez). O texto todo vira uma equação. Multiplicação das palavras afina. Não sei de música. O que entendo é o que não diria, por medo de não bem colocar
O blá vem do império da imaginação e é poética polifônica.
Para você que pensou que era novela, vale dizer que poderia se chamar monograma. Egoísmo meu. E vocês, concordam comigo por quê? Não posso mais emitir uma só opinião sobre mim que ela já se transforma em determinante? Automaticamente determinante?
Em nossos choques, o que se pensa enquanto se assiste a explosão? Só faço o que eu quero, só faço se penso, se penso melhor desfaço. Mas o que quero mesmo mesmo é esse choque, esse frio, tudo distante desse covil.
É só pensar em você...
segunda-feira, 23 de julho de 2007
levanta e anda
Ser Grande no significa tender todo el dinero del mundo.
Ser Grande no significa ser governante de uma nacion.
Ser grande no significa vivir em una mansion.
Ser Grande es tener um corazon puro e digno.
Ser Grande es derramar uma lagrima por los demas.
Ser Grande es amar e ser amado.
Rosalio Mallqui Tito.
domingo, 15 de julho de 2007
acredito na emoção,
correção da razão.
terça-feira, 26 de junho de 2007
A trama de um drama que se foi dramaticamente tramado por generalizações, liçoes... que não seriam nada se nada fossem. Risos e deboches.
Quando acabou a trama? Perdeu-se o fio da meada, desfez-se o silêncio refeito após os batuques e balances.
Por que meter a música nessa literatura furada, nessa conversa particular publicada e expôr minhas olheiras nesse vídeo é que não sei. Talvez eu seja cruel comigo. só espero que não se sinta assim como me sinto.
domingo, 24 de junho de 2007
Algumas coisas andei precisando destruir, não sei se o fiz da melhor maneira, se pensei que era de brincadeira ou se o fiz por querer... Sei que posso deixar o que é belo permanecer, por isso preciso de tempo, tempo pra mim, tempo para ser só e para esquecer do que sinto quando me sinto sem. E tudo parece sempre tão sem, sentidos. Desejo noções para minhas ações e percepções. Noções de bem querer, de bem quebrar. Desejo a solidão que resulta, que faz um retrato da nossa própria companhia. Solidão que me faça bem querer bem para mim.
segunda-feira, 18 de junho de 2007
quinta-feira, 14 de junho de 2007
Aciono memórias e deixo o tempo correr, como quem vê a vida passar e não deixa o sorriso de deboche sair, por pouco acreditei no que ouvi e mesmo não sabendo do que vem subo a escada do tempo, caminho no espaço e retrato nos olhos o que transformou as formas em menos que matéria e não mais que um sopro... A realidade vem, provoca umas vertigens, o sono chama que o sonho engana e fantasia o que se dizia sobre os campos e flores, filtro minhas idéiais e não deixo que forças suspeitas me dominem, acho graça das preocupações cotidianas dessa reunião terrestre que nos tenta torturar, talvez por não ver graça na desgraça ouço o som do mar tocar e assim construo meu buscar, as vezes sinto que sentir não é a melhor opção por conta de uns tantos em vão... E deixo o vento levar, porque na vida não há nada como ousar e exteriorizar, somos feitos de carne, de barro, do que for, quebráveis, mas podemos também ser desmontáveis, práticos, modernos, eficazes, deixamos há muito o tempo de ligar e desligar o botão, se é tudo digital, ok... não incomoda ocupar-me com o que me é designado, mesmo sem saber como a Bela sempre se protege do malamem fazendo sem olhar a quem, se sou cobra, sou uma das que Deus resolveu dar asas, se sou ave, vôo, se cachorro, latiria, e se ser, saber, ter e compreender é simplesmente fingir que se sabe que se é ou que se conquista nem mais me irrita, sou toda composta de vida, e colho flores para montar uma coroa de flores com árvores que dão flores, sem horrores, é só verdade por bem querer de quem quiser.
domingo, 10 de junho de 2007
O fluxo e os impulsos que trasbordam na ponta dos dedos e constituem idéias que nem mesmo no travesseiro se organizam. Idéias ambíguas e sensações urtigantes não teriam ponto final se simplesmente fluissem na realidade dos terrestres contemporâneos, e seus alvos se tornariam diversos e dispersos, coisa de quem entra sem pedir licença e impõe. Detesto imposições. Encontro no vazio dos meus pensamentos os sem nome que povoam minha memória e procuro links com a história, mas essa nunca fala de glória, quando fala mente, e como se impotente enxergo a nossa pequena contribuição diante da imensidão do infinito incompreensível para os que se dizem especiais, porque pensam no que podem pensar em vez de pensar no que se pode pensar. Transformar em gigante essa aventura vívida que é acordar e fazer o que tem que ser feito, com alegria e resignação, porque se um dia criou-se a nação deve haver motivo para essa organização, e o que deve ser chocante? tudo que é viciante? batido demais. O que busco é o surpreendente, como na infância acreditei que fosse o mundo... pode ser que seja mesmo, quando o ser interior o sabe transformar. Meus talentos para diemensionar não se aplicam quando nada a dizer é mais que nada a declarar. Gosto de frases como: pode crer; é verdade; isso mesmo. Mas nada como os olhos do ser humano, se não fosse jornalista, queria ser oftalmologista, não só pra usar branco, ser chamada de doutora no primeiro ano de faculdade e ganhar dinheiro para viver em paz, mas pra ver se são mesmo os espelhos da alma sem comer com os olhos, entende?! Se forem mesmo espelhos, minha alma anda desinteressada pelo meio ambiente, e não estou falando das árvores, porque elas a minha alma instigam...
Não tens o que possuis,
Tens aquilo que dás.
Acima do que sabes,
Vale aquilo que és.
Sobre a própria palavra,
Olha as ações que crias.
Mais além do que podes,
Importa o que toleras.
De tudo quanto crês,
Vale mais o que fazes.
Em tudo quanto sofras,
Guarda a fé viva em Deus.
Emmanuel
Médium Francisco Cândido Xavier
quinta-feira, 7 de junho de 2007
Mais uma vez blogspot
Sem querer ser sem comentários
E sem querer ser individualista
Se te crio, é porque vens ao mundo construir o eterno sopro vital que é ao mesmo tempo vento e luz.
Não chores, porque as nuvens são feitas de água, por isso remetem sono e sonho...
Tratemos de viver, por que a morte não é uma sombra, que está sempre seguindo a luz.
Estamos salvos pela perpetuação.
Por tua ação
Por nossas mãos.
Blog novo, dedos mais a vontade no teclado