segunda-feira, 1 de outubro de 2007
Feliz
Se o segredo foi revelado, o presente é fruto do passado. e nós semeamos conscientes. tanto que me quero bem. tanto que ficar bem é meu único e verdadeiro objetivo. tanto que vivo no aqui agora. quanto que desejo ser feliz!
domingo, 30 de setembro de 2007
Ainda ouço: "Não tente". Mas como não?
Amigos
Há tantos tenho no coração, amizades que construi, amores que destruí. Minha vida sempre foi coberta de sensações, rebeliões internas. sou movida pelo amor que dou, sinto falta do amor que recebo. Receito sonhar, ouvir, buscar. receito escrever e agradecer. uma vida grandiosa deve ser cheia deles, os amigos.
Os tenho por toda parte, me chamam atenção sempre por suas diferentes formas de fazer arte. especialistas na arte de viver, confusos, abstratos, gênios do presente, fortes e eloquentes, corajosos e intempestivos. malucos, doces, azedos e engraçados. são todos qualificados. sou uma fã entregue e amorosa. Hoje saudosa dos de lá, surpresa com os de cá. A uns devo perguntar: O que nos fizemos? tanto te amei. por que assim pra mim te fiz?
Amizade.
sábado, 29 de setembro de 2007
Planos
Reflexão
quinta-feira, 27 de setembro de 2007
Um desses dias, enquanto andava pelo mundo em busca do amor, que como Florbela Espanca procurei, deixei minha alma agarrada a uns fortes braços que sofriam. E minha alma dividia espaço com a mente desse frágil corpo, que parecia já não ter mais alma... Minha alma partiu, e deixou meu corpo por vagar, meus olhos tornaram-se distantes e o meio mostrou-se tortuoso, as pessoas evidentes [evidentemente hipócritas], e o mundo uma sucessão de acontecimentos desordenados e malfeitos.
há muito tentava através da minha própria justiça recuperar a alma que deixara, sentia-me responsável por ela, e no entanto a deixei. Depois de muito vagar sem encontrar sinal de alma, parei: olho em volta e me pergunto, como?; estremeceu- me o corpo e transformei-o numa máquina que a tudo triturou. Dessecado o corpo, descobri o fluido, o vital, e a partir daí, minha alma foi contactada. Fluido, almas, superiores, anjos, gênios, minha alma. Quis voltar. Estava a minha espera. Preocupou-se comigo. Agora tudo bem. Cuidará de mim. só preciso deixar. Ah! e Deus? ele observa tudo cosciente de tudo. e esse tudo aí, é muito mais do o ego sequer pode supor, porque foge aos seus domínios.
sexta-feira, 14 de setembro de 2007
Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa,no momento exato. E, então, pude relaxar. Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que a minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra as minhas verdades. Hoje sei que isso é... Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje chamo isso de... Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo. Hoje sei que o nome disso é... Respeito.
Quando me amei de verdade, comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável. Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início, minha razão chamou essa atitude de egoísmo. Hoje sei que se chama... Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro. Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu prQuando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa,no momento exato. E, então, pude relaxar. Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que a minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra as minhas verdades. Hoje sei que isso é... Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje chamo isso de... Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo. Hoje sei que o nome disso é... Respeito.
Quando me amei de verdade, comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável. Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início, minha razão chamou essa atitude de egoísmo. Hoje sei que se chama... Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro. Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo. Hoje sei que isso é... Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer ter sempre razão e, com isso, errei muito menos vezes. Hoje descobri a... Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o Futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece. Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é...Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada. Tudo isso é...Saber viver!!!
(Charles Chaplin) óprio ritmo. Hoje sei que isso é... Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer ter sempre razão e, com isso, errei muito menos vezes. Hoje descobri a... Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o Futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece. Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é...Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada. Tudo isso é...Saber viver!!!
(Charles Chaplin)
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
Estou sentindo uma clareza tão grande
que me anula como pessoa atual e comum:
é uma lucidez vazia, como explicar?
assim como um cálculo matemático perfeito
do qual, no entanto, não se precise.
Estou por assim dizer
vendo claramente o vazio.
E nem entendo aquilo que entendo:
pois estou infinitamente maior que eu mesma,
e não me alcanço.
Além do que:
que faço dessa lucidez?
Sei também que esta minha lucidez
pode-se tornar o inferno humano
- já me aconteceu antes.
Pois sei que
- em termos de nossa diária
e permanente acomodação
resignada à irrealidade -
essa clareza de realidade
é um risco.
Apagai, pois, minha flama, Deus,
porque ela não me serve
para viver os dias.
Ajudai-me a de novo consistir
dos modos possíveis.
Eu consisto,
eu consisto,
amém.
Clarice Lispector
Estou sentindo uma clareza tão grande
que me anula como pessoa atual e comum:
é uma lucidez vazia, como explicar?
assim como um cálculo matemático perfeito
do qual, no entanto, não se precise.
Estou por assim dizer
vendo claramente o vazio.
E nem entendo aquilo que entendo:
pois estou infinitamente maior que eu mesma,
e não me alcanço.
Além do que:
que faço dessa lucidez?
Sei também que esta minha lucidez
pode-se tornar o inferno humano
- já me aconteceu antes.
Pois sei que
- em termos de nossa diária
e permanente acomodação
resignada à irrealidade -
essa clareza de realidade
é um risco.
Apagai, pois, minha flama, Deus,
porque ela não me serve
para viver os dias.
Ajudai-me a de novo consistir
dos modos possíveis.
Eu consisto,
eu consisto,
amém.
Clarice Lispector
Estou sentindo uma clareza tão grande
que me anula como pessoa atual e comum:
é uma lucidez vazia, como explicar?
assim como um cálculo matemático perfeito
do qual, no entanto, não se precise.
Estou por assim dizer
vendo claramente o vazio.
E nem entendo aquilo que entendo:
pois estou infinitamente maior que eu mesma,
e não me alcanço.
Além do que:
que faço dessa lucidez?
Sei também que esta minha lucidez
pode-se tornar o inferno humano
- já me aconteceu antes.
Pois sei que
- em termos de nossa diária
e permanente acomodação
resignada à irrealidade -
essa clareza de realidade
é um risco.
Apagai, pois, minha flama, Deus,
porque ela não me serve
para viver os dias.
Ajudai-me a de novo consistir
dos modos possíveis.
Eu consisto,
eu consisto,
amém.
Clarice Lispector
sábado, 25 de agosto de 2007
Apatia
eu nunca fiz tudo errado, não carrego culpas.
só percebi algo que não me deixou feliz.
apatia e ponto
lágrimas e ponto
esperança...
segunda-feira, 30 de julho de 2007
Baby, hoje cê faz 13 anos. Quem manda é o seu coração.
No fim dos 20, leve como uma pluma. Indecifrável como meus próprios sonhos. Sinto que não sentir interfere nos meus sentidos e quando pretendo decifrar, o mundo se confunde com lugar de mergulhar. (Se fosse hino de igreja rimava logo Jeová {O desenho se fez). O texto todo vira uma equação. Multiplicação das palavras afina. Não sei de música. O que entendo é o que não diria, por medo de não bem colocar
O blá vem do império da imaginação e é poética polifônica.
Para você que pensou que era novela, vale dizer que poderia se chamar monograma. Egoísmo meu. E vocês, concordam comigo por quê? Não posso mais emitir uma só opinião sobre mim que ela já se transforma em determinante? Automaticamente determinante?
Em nossos choques, o que se pensa enquanto se assiste a explosão? Só faço o que eu quero, só faço se penso, se penso melhor desfaço. Mas o que quero mesmo mesmo é esse choque, esse frio, tudo distante desse covil.
É só pensar em você...
segunda-feira, 23 de julho de 2007
levanta e anda
Ser Grande no significa tender todo el dinero del mundo.
Ser Grande no significa ser governante de uma nacion.
Ser grande no significa vivir em una mansion.
Ser Grande es tener um corazon puro e digno.
Ser Grande es derramar uma lagrima por los demas.
Ser Grande es amar e ser amado.
Rosalio Mallqui Tito.
domingo, 15 de julho de 2007
acredito na emoção,
correção da razão.
terça-feira, 26 de junho de 2007
A trama de um drama que se foi dramaticamente tramado por generalizações, liçoes... que não seriam nada se nada fossem. Risos e deboches.
Quando acabou a trama? Perdeu-se o fio da meada, desfez-se o silêncio refeito após os batuques e balances.
Por que meter a música nessa literatura furada, nessa conversa particular publicada e expôr minhas olheiras nesse vídeo é que não sei. Talvez eu seja cruel comigo. só espero que não se sinta assim como me sinto.
domingo, 24 de junho de 2007
Algumas coisas andei precisando destruir, não sei se o fiz da melhor maneira, se pensei que era de brincadeira ou se o fiz por querer... Sei que posso deixar o que é belo permanecer, por isso preciso de tempo, tempo pra mim, tempo para ser só e para esquecer do que sinto quando me sinto sem. E tudo parece sempre tão sem, sentidos. Desejo noções para minhas ações e percepções. Noções de bem querer, de bem quebrar. Desejo a solidão que resulta, que faz um retrato da nossa própria companhia. Solidão que me faça bem querer bem para mim.